Chakras
Chakras principais, secundários e superiores
Entenda a diferença entre chakras principais, secundários e superiores, como esses centros se organizam no corpo energético e como trabalham em conjunto.
Por Prof. Tibério Z
O corpo energético possui muitos chakras, mas eles não apresentam todos o mesmo tamanho, alcance ou responsabilidade. Alguns coordenam grandes áreas da vida e do organismo, enquanto outros cuidam da circulação energética em regiões específicas.
Para facilitar o estudo, esses centros podem ser organizados em três grupos: chakras principais, secundários e superiores. Essa classificação não indica que um tipo seja importante e outro dispensável. Cada grupo realiza uma parte diferente do funcionamento do sistema energético.
Neste artigo, vamos entender o que diferencia essas três categorias, onde seus centros estão localizados e como trabalham em conjunto. Não aprofundaremos as funções individuais dos sete chakras, pois o objetivo é compreender a organização geral do sistema.
Para entender essa classificação dentro do sistema completo, leia também o artigo pilar guia completo dos 7 chakras para iniciantes, onde explico os centros principais, os nadis, os desequilíbrios e os caminhos de harmonização.
Por que os chakras são divididos em categorias?
Os chakras são classificados porque não atuam todos da mesma maneira. Alguns possuem grande influência sobre o corpo, as emoções, a mente e a consciência. Outros trabalham sobre regiões menores, ajudando a conduzir a energia até órgãos, articulações e extremidades.
A categoria de um chakra está relacionada principalmente ao alcance de sua atividade. Um centro principal coordena um conjunto amplo de funções. Um centro secundário atua de maneira localizada. Já um chakra superior trabalha com frequências que ultrapassam as necessidades pessoais e físicas.
Essa divisão ajuda a compreender a anatomia energética sem tratar todos os centros como se fossem iguais. O corpo sutil funciona por níveis de organização, nos quais cada estrutura recebe e distribui energia de acordo com sua responsabilidade.
O que são os chakras principais?
Os chakras principais são os sete grandes centros que organizam o funcionamento geral do corpo energético. Eles formam um eixo que começa na base da coluna e termina no topo da cabeça.
Esses centros são chamados de principais porque coordenam áreas amplas da experiência humana. Cada um mantém correspondência com regiões do organismo, padrões emocionais, capacidades mentais e etapas do desenvolvimento da consciência.
Podemos compará-los aos grandes órgãos do corpo energético. Assim como o coração, os pulmões e o estômago coordenam funções importantes no organismo, os sete chakras organizam grandes conjuntos de atividades no corpo sutil.
Quais são os sete chakras principais?
O primeiro é o chakra básico, localizado na região do períneo. Acima dele estão o chakra sexual, no baixo ventre, e o chakra do plexo solar, na parte superior do abdômen.
No centro do peito encontra-se o chakra cardíaco. Na região da garganta está o chakra laríngeo, enquanto o chakra frontal possui sua referência entre as sobrancelhas.
O sétimo é o chakra coronário, localizado no topo da cabeça. Esses sete centros formam a estrutura principal utilizada pelo Yoga, pelo Tantra e por diversas linhas de terapias energéticas.
Por que esses sete centros são considerados principais?
Eles são considerados principais porque cada um reúne muitos centros energéticos menores e forma uma estrutura ampla. Em vez de sustentar apenas um ponto do corpo, coordenam regiões e funções completas.
Os chakras principais também possuem uma ligação especial com o organismo. Cada centro mantém correspondência com determinados órgãos, glândulas, sistemas corporais e áreas do sistema nervoso.
Além disso, eles organizam a passagem da energia entre diferentes níveis da experiência. Por meio deles, condições físicas, emoções, pensamentos e estados de consciência podem influenciar-se mutuamente.
O que são chakras secundários?
Chakras secundários são centros menores que os sete principais, mas possuem uma função definida dentro da anatomia energética. Eles ajudam a distribuir energia para pontos específicos do corpo.
Enquanto um chakra principal coordena uma área ampla, o secundário atende uma necessidade mais localizada. Ele pode estar relacionado a uma articulação, extremidade, órgão ou região que precisa realizar trocas energéticas próprias.
O termo secundário não significa pouco importante. Ele apenas indica que esse centro está subordinado a uma organização maior e trabalha sobre uma parte mais limitada do sistema.
Onde estão localizados os chakras secundários?
Existem chakras secundários nas palmas das mãos, nas plantas dos pés, nos joelhos, nos cotovelos e nos ombros. Essas regiões participam do movimento e das trocas realizadas com o ambiente.
Também existem centros na região do baço, dos rins, da nuca e atrás dos olhos. Outros acompanham órgãos, articulações e diferentes pontos do corpo etérico.
Como o corpo energético é formado por uma grande rede, não existe apenas uma pequena lista de centros secundários. Os exemplos mais conhecidos são aqueles que possuem maior participação em práticas energéticas ou apresentam funções mais fáceis de identificar.
Qual é a função dos chakras secundários?
Os chakras secundários ajudam a levar a energia até regiões que não são atendidas diretamente pela abertura dos centros principais. Eles funcionam como pontos intermediários de distribuição.
Os centros das mãos, por exemplo, permitem emitir e receber energia durante o toque, o Reiki e outras práticas terapêuticas. Os chakras dos pés participam da troca com a energia da Terra e ajudam a sustentar o enraizamento.
Nas articulações, os centros secundários favorecem a continuidade do fluxo entre uma parte e outra do corpo. Sem essa redistribuição, a energia poderia chegar a uma região ampla, mas não alcançar adequadamente todos os seus pontos.
Como os chakras secundários se relacionam com os principais?
Cada chakra secundário mantém ligação com um ou mais centros principais. A energia organizada pelo grande chakra segue pelos canais e alcança os centros menores ligados àquela região.
Podemos comparar esse sistema a uma rede de abastecimento. O chakra principal funciona como uma grande central, enquanto os secundários atuam como estações locais que entregam energia aos pontos mais próximos.
Quando um centro secundário apresenta dificuldade, a região correspondente pode receber energia de maneira irregular, mesmo que o chakra principal esteja ativo. Por isso, o equilíbrio do sistema depende tanto das grandes centrais quanto das estruturas locais.
O que são chakras superiores?
Chakras superiores são centros localizados no campo energético acima do chakra coronário. Eles não fazem parte do sistema tradicional dos sete chakras principais.
Esses centros trabalham com frequências mais sutis e estão relacionados à consciência espiritual. Sua atividade não está concentrada na manutenção de um órgão ou em uma necessidade emocional específica.
Os chakras superiores participam da expansão da percepção para além da identidade pessoal. Eles favorecem a comunicação com níveis mais amplos da consciência e com realidades que não são percebidas pelos sentidos físicos comuns.
Onde os chakras superiores estão localizados?
Os chakras superiores manifestam-se acima da cabeça, no campo energético que se estende além do corpo físico. O primeiro deles surge depois do coronário e os demais ocupam níveis progressivamente mais sutis.
Diferentemente dos sete principais, eles não possuem uma referência anatômica fixa, como o peito, a garganta ou o abdômen. Sua localização é indicada pela distância e pela posição que ocupam no campo superior.
Essa distância pode variar conforme o desenvolvimento energético e a expansão do campo da pessoa. Por isso, os desenhos que mostram esses centros acima da cabeça devem ser entendidos como mapas de orientação, e não como medidas físicas exatas.
Qual é a função dos chakras superiores?
Os chakras superiores ampliam a capacidade da consciência de receber informações espirituais. Eles permitem contato com frequências que ultrapassam os padrões comuns da mente e da personalidade.
Sua atividade também ajuda a ligar a consciência individual a campos maiores. Por meio deles, a pessoa pode perceber com mais clareza sua ligação com o Todo, com seu propósito e com níveis superiores de existência.
Esses centros não foram criados para substituir a experiência humana. Seu funcionamento adequado amplia a percepção, mas precisa permanecer integrado ao corpo, à vida material e aos sete chakras principais.
Chakras superiores são o mesmo que os três chakras de cima?
A expressão chakras superiores pode ser utilizada de duas maneiras. Em alguns ensinamentos, ela designa o chakra laríngeo, o frontal e o coronário, por estarem na parte superior do corpo e trabalharem comunicação, percepção e espiritualidade.
Em uma classificação mais ampla, chakras superiores são os centros que existem acima do coronário. Nesse caso, o laríngeo, o frontal e o coronário continuam pertencendo ao grupo dos sete chakras principais.
Para evitar confusão, é necessário observar o contexto. Quando o assunto é a divisão entre principais, secundários e superiores, a palavra superiores indica os centros situados além do sistema tradicional de sete chakras.
Como os três grupos trabalham em conjunto?
Os chakras principais organizam as grandes funções do corpo energético. Os secundários distribuem essa energia para regiões específicas, permitindo que o fluxo alcance todo o campo etérico.
Os chakras superiores estabelecem contato com frequências mais amplas da consciência. A energia recebida nesses níveis precisa passar pelo coronário e integrar-se ao restante do sistema para ser compreendida e utilizada na vida.
Nenhum desses grupos funciona de maneira totalmente independente. O equilíbrio depende da comunicação entre o campo superior, os grandes centros do eixo corporal e a rede de distribuição presente nas diferentes regiões.
A classificação ajuda a compreender a anatomia energética
Os chakras principais, secundários e superiores representam diferentes níveis de organização do corpo energético. Os principais coordenam grandes áreas, os secundários atendem regiões específicas e os superiores ampliam a ligação com a consciência espiritual.
Essa divisão não cria uma competição entre centros mais e menos importantes. Um pequeno chakra localizado em uma articulação pode ser essencial para a circulação daquela região, assim como um centro principal é necessário para coordenar todo o conjunto.
Compreender as categorias permite enxergar o sistema de forma completa. Os sete chakras conhecidos são a estrutura central, mas dependem de uma ampla rede de centros menores e permanecem ligados a níveis energéticos que se estendem além do corpo físico.
Perguntas frequentes
Chakras principais são os sete grandes centros que organizam o funcionamento geral do corpo energético, mantendo relação com regiões físicas, emoções, mente e consciência.
Chakras secundários são centros menores que distribuem energia para regiões específicas, como mãos, pés, articulações, órgãos e partes localizadas do corpo etérico.
Chakras superiores são centros localizados acima do coronário, no campo energético superior, e se relacionam com frequências mais sutis da consciência espiritual.
Não. A palavra secundário indica uma função mais localizada, não falta de importância. Esses centros ajudam o fluxo energético a alcançar regiões específicas.
Depende do contexto. Nesta classificação, chakras superiores são os centros acima do coronário, enquanto frontal e coronário continuam entre os sete chakras principais.
Os principais coordenam grandes funções, os secundários distribuem energia localmente e os superiores conectam o sistema a frequências mais amplas da consciência.
Continue aprofundando o estudo dos chakras
Entender a diferença entre chakras principais, secundários e superiores ajuda a enxergar o corpo energético como um sistema completo, e não apenas como sete pontos isolados.
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Sobre o autor
Prof. Tibério Z tem mais de 30 anos de experiência no estudo e ensino da espiritualidade, metafísica, terapias holísticas e desenvolvimento da consciência.