O gráfico Anti-Dor surgiu no contexto das pesquisas radiestésicas do século XX, em especial a partir das décadas de 1950 e 1960, quando radiestesistas europeus buscavam desenhos geométricos capazes de emitir ondas de forma para aplicações práticas no bem-estar humano.
Diferente de alguns gráficos clássicos, como os criados pelos irmãos Servranx ou por Chaumery e de Bélizal, o Anti-Dor não tem um autor único claramente registrado. Ele foi fruto de experimentações coletivas, sendo identificado como eficaz para o alívio de dores em diferentes relatos e, por isso, acabou sendo difundido em manuais e cursos de radiestesia.
António Rodrigues o sistematizou em sua obra Os Gráficos em Radiestesia, dando-lhe lugar entre os principais instrumentos de aplicação terapêutica da radiestesia moderna.

Significado do Gráfico
O Anti-Dor foi concebido com o objetivo de atuar especificamente sobre dores físicas. Sua forma geométrica emite uma radiação sutil que age sobre os centros energéticos, promovendo equilíbrio e ajudando a aliviar tensões associadas à dor.
A lógica por trás do gráfico é a mesma que fundamenta toda a radiônica e radiestesia: certas disposições geométricas produzem campos vibratórios que interagem com organismos vivos. O Anti-Dor, portanto, é um gráfico de finalidade direcionada, diferente de outros de uso geral como os de energização ou harmonização.
Utilização do Gráfico
António Rodrigues descreve que o gráfico Anti-Dor deve ser usado em sessões temporárias e sempre de maneira criteriosa. Ele pode ser aplicado diretamente, colocando-se o testemunho da pessoa (fotografia, fio de cabelo, assinatura) sobre o gráfico, ou de forma indireta, como apoio em práticas radiônicas.
O tempo de exposição deve ser controlado para evitar excesso de estímulo energético. Rodrigues recomenda que esse gráfico nunca substitua cuidados médicos, devendo ser entendido como ferramenta complementar de harmonização energética.
Para que Serve
O gráfico Anti-Dor tem como função principal auxiliar na redução de dores, sejam elas musculares, articulares ou relacionadas a processos de tensão energética. Ele não atua como um tratamento médico, mas sim como um recurso vibracional que favorece o reequilíbrio do organismo.
Na prática radiestésica, é empregado tanto para desconfortos passageiros como para dores recorrentes, sempre com a consciência de que sua ação é complementar e não substitutiva da medicina convencional.
Como Utilizar
Para usar o gráfico, coloque no centro o objeto que deseja energizar, sobre a sequência numérica. Se quiser acompanhar o processo, use um pêndulo. Quando o pêndulo parar de girar, entende-se que a energização foi concluída. Uma prática comum é energizar pedras roladas sobre o gráfico e depois distribuí-las em pontos estratégicos de um ambiente para manter a irradiação constante da energia.







