medos limitantes
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Medos limitantes e vícios de pensamento

Medos limitantes são reflexos de experiências negativas que tivemos no passado e que impedem que tenhamos novas experiências na vida.

Inevitavelmente vamos nos deparar com o medos limitantes em toda nossa vida. Eles geralmente surgem daquilo que nos é desconhecido, por exemplo, o medo básico da humanidade é o medo da morte, embora a maioria não pare para refletir nisso e nas consequências dele em nossas vidas.

A morte é um fato, todos vamos morrer um dia, uma vez estando encarnado esse é um destino inevitável. Talvez até existam um ou dois imortais pelo planeta, tudo é possível, mas, ainda assim, acho que podemos afirmar que a morte é algo certo para todos nós. Então, se ela é um fato, o que devemos fazer?

Estudar! Sim, se sabemos que vamos morrer um dia, não podemos pegar o medo e jogar para baixo do tapete, fingir que ele não existe. Isso vale para todo medo que identificamos, precisamos sempre encará-lo abertamente, por exemplo, se o medo é de altura, pular de paraquedas pode eliminá-lo. Mas o mais frequente é que neguemos totalmente esse medo, não queremos nem ouvir falar.

O medo da morte surge porque nosso cérebro físico, não o cérebro espiritual, esse sabe, mas o físico que está sendo regido pelo ego, não sabe o que acontece depois da morte. Mas como saber sem realmente morrer? Uma forma é saindo do corpo durante uma viagem astral, pois quando isso ocorre, veremos que tudo continua igual mesmo sem o corpo físico e o medo da morte desaparece.

Os medos podem ser sutis e difíceis de identificar, principalmente se estiverem ancorados em alguma situação da infância. Por exemplo, uma pessoa que veio de uma família rica, mas o pai não era presente, pode associar quando pequena, que ter dinheiro afasta a família. Assim ela cria esse paradigma, esse medo interno.

Curso de expansão da consciência

E assim vai passar a vida inteira fugindo do dinheiro, porque a prioridade dela é a família. Mas esse é um medo infantil desnecessário, ele não é real. O pai dela escolheu priorizar excessivamente a profissão, porém nem todas as pessoas tomam essa decisão, muitas têm dinheiro e um convívio legal com a família, ou seja, ela não precisa necessariamente agir como o pai dela agiu.

Mas o medo fecha as possibilidades, nos faz acreditar que apenas um caminho é possível. Se temos medo de altura é porque acreditamos que vamos cair, se temos medo do fogo, é porque alguma parte de nós acha que sempre iremos nos queimar quando estivermos perto dele. A questão é, não é porque um fato ocorreu uma vez que sempre acontecerá desse mesmo modo.

O medo também nos impede de colapsar a função de onda do que queremos. Se desejamos um carro, mas temos medo, por exemplo, de dívidas, não vamos colapsar o carro. Vamos supor, uma pessoa viu a mãe sofrendo para pagar o boleto quando tinha 10 anos de idade, então na cabeça dela relacionou que boleto é problema, pois a mãe trabalhava 12 horas por dia para pagá-lo.

Então, há o desejo de ter o carro, mas também há o medo do boleto que virá junto. Na hora de colapsar o carro, ela não colapsa 100%, pois o medo impede que ela colapse. Tem sempre uma parte dela que fica lembrando das possíveis dívidas e do sacrifício que a mãe fez para pagar o boleto. Percebam como os paradigmas e os medos nos afastam de colapsar o que desejamos.

Esse trabalho de identificar os medos limitantes em si  pode ser um trabalho de meses e anos. De realmente ir fundo para chegarmos às causas e então retrabalhar mentalmente essas questões. Ir analisando e colocando claramente para os clientes quais são as barreiras dele e onde está colapsando o que não quer.

Esse processo se dá com muito questionamento. É como um quebra-cabeça que temos que ir montando até compreender quais são os nossos paradigmas e medos, e então compreendendo conseguimos mudar. Pois o medo só pode ser resolvido quando ele vem à tona, porque aí podemos realmente tomar uma decisão prática a respeito dele.

Enquanto fica aquela sensação de que não sabemos exatamente o que é, aquele emaranhado de sentimentos por dentro, não conseguimos tomar uma ação, pois não sabemos como agir. Mas a partir do momento que sabemos qual é o problema, estamos mais perto de entender qual é a solução. Agora, se não sabemos qual é o problema, que solução podemos ter?

Vícios de Pensamento

O hábito nos faz repetir padrões sem pensar, incluindo a repetição de pensamentos negativos, isso pode tornar-se um vício e quase sempre a pessoa não percebe que está seguindo esse padrão tóxico.

Na verdade, isso ocorre com qualquer vício, fica-se muito tempo em negação e até aceitarmos que o possuímos leva tempo, por mais clara que seja a dependência. Com o vício em pensamentos negativos ocorre o mesmo, a pessoa está tão habituada com eles, que sozinha muitas vezes não percebe e não consegue sair disso.

Uma solução para esses casos é a atenção plena. Sim, ela de novo. E aqui reforço que possuo um e-book com a teoria e a prática da técnica, além de posts gratuitos no blog.

Um outro exercício simples que ajuda muito nesse processo, ensinado pelo professor Hélio Couto e que outras escolas também usam, é a cancela. Primeiro fazemos um movimento de trazer atenção ao que estamos pensando e quando percebemos um pensamento negativo, repetimos, mentalmente ou em voz alta, cancela, cancela, cancela.

Quando comecei a aplicar esse exercício em minha vida, fiquei 3 meses, dia e noite, repetindo cancela. Era tanto pensamento negativo que eu não podia parar, minha esposa achou que estava ficando louco. Com o tempo foi diminuindo, pois vai acontecendo uma espécie de limpeza, claro, ainda hoje tenho isso, duas, três vezes por dia, tem dia que mais, mas é muito mais fácil controlar.

E sei que é o vício em pensamentos negativos ou a influência de seres dimensionais, mas, como estou prestando atenção o tempo todo no meu pensamento, sei que não é meu. Aliás, o segredo é esse, prestar atenção o tempo todo no que estamos pensando e sentindo, como um scanner que fazemos 24 horas por dia para identificar o que se passa em nós.

Depois de um tempo fazendo esse scanner constantemente fica automático, ele passa a funcionar como um alerta, então quando aparece um pensamento negativo o alerta surge e apenas repetimos o cancela três vezes. Dessa forma, não alimentamos esse pensamento e como qualquer hábito, quando evitamos a repetição, em algum momento ele acaba por desaparecer.

Estar acostumado aos pensamentos negativos, também é estar acostumado a viver em frequências negativas e a processar informações em frequências baixas. Então quando aplicamos Reiki, cromoterapia ou outra técnica energética, aumentamos a frequência da pessoa e o cérebro dela, sua química e seus canais energéticos do corpo experimentam uma nova sensação.

Se ela sentir prazer nessa sensação, e provavelmente sentirá, vai querer estar mais tempo assim. Esse é um bom momento para ensinar a técnica do cancela e começar a introduzir os conceitos da atenção plena. Explique à pessoa que ela pode se manter mais tempo nessa sensação se evitar sentir e pensar coisas negativas e que faz isso prestando atenção aos seus pensamentos.

Cada pessoa tem um nível de aceitação e de resistência, alguns vão levar poucos meses para terem ótimos resultados, outros talvez demorem anos, o importante é abrir espaço para esse processo acontecer. Pois, a partir do momento que a pessoa começa a conseguir mudar a qualidade dos pensamentos dela, aumenta a própria frequência energética e isso só a impulsionará a melhorar mais e mais.

Bibliografia recomendada:
Copyright do texto © 2021 Tibério Z

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ISBN nº 978-65-00-23711-5

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