lembrar da projeção astral
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Porque não lembramos da projeção astral

Não lembramos da projeção astral porque nosso cérebro físico não consegue processar o fluxo de informações que captamos com o corpo astral.

Quando explico que a projeção astral ocorre com todos nós, todas as noites, uma dúvida surge, por que não lembramos da maioria das experiências fora do corpo?

Isso ocorre porque projetamos com o corpo energético e a quantidade de energia e informação fora do corpo é muito maior do que o nosso cérebro físico consegue processar.

Já abordamos aspectos dessa questão quando falamos de lucidez e do cérebro físico, lembra? Agora vamos entender porquê não lembrar da projeção não é uma questão de sair, mas uma questão de trazer a informação e o cérebro físico conseguir processá-la.

Quando voltamos de uma projeção, voltamos a utilizar o cérebro físico, então a informação da projeção precisa passar do corpo energético para ele.

Desenvolvimento dos Chakras

O corpo energético já tem todas as informações da projeção, mas elas precisam ser transferidas para o cérebro físico quando nossa consciência retorna para o corpo.

Essa capacidade de trazer informação pode ser desenvolvida e treinada, basicamente de dois modos, o primeiro deles é pelos chakras. Temos o corpo físico, o corpo energético e o corpo astral, sendo que o corpo energético faz a interface entre o corpo astral e o corpo físico e é nele que estão os chakras.

Na verdade, todo corpo energético é feito de chakras e não existe somente sete deles, mas milhares. Os chakras são vórtices, como ventiladores que puxam energia e informação para o corpo físico e mandam informação do corpo físico para o corpo astral.

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Mas quando os chakras estão em desequilíbrio, como que emperrados ou sujos, eles ficam com pouca capacidade de absorver informação e energia.

Quando nos projetamos, vamos para o astral, temos nossa experiência e voltamos, o primeiro sistema que vai captar essa energia e mandar para o cérebro, são os chakras.

Se eles estiverem funcionando bem e com capacidade de captar uma maior quantidade de informações e energia, eles mandarão para o cérebro e teremos mais memórias dessa experiência astral. Caso contrário, o que chega ao cérebro físico é muito pouco para gerar lembranças da projeção.

Por isso, nosso primeiro trabalho é deixar os chakras funcionando bem, o desafio é que qualquer coisa pode interferir no funcionamento deles, até as emoções de um dia influenciam se vamos lembrar da projeção ou não.

Pessoalmente, em períodos calmos da minha vida, tenho mais experiências projetivas, mas quando meu dia a dia está uma bagunça, fico até 2 ou 3 meses sem lembrar delas.

Isso ocorre porque os chakras gastam energia para processar nossos problemas físicos e emocionais, desse modo, não sobra energia para captarem mensagens, imagens e lembranças de outra dimensão.

Uma emoção constante também pode sobrecarregar um chakra, por exemplo, a raiva sobrecarrega o chakra cardíaco e então não haverá espaço para captar outros tipos de energia.

Resumindo, não conseguimos lembrar da projeção porque nossos chakras estão sobrecarregados, funcionando de maneira debilitaria e acabam não absorvendo a quantidade de energia necessária do plano astral para o físico.

Glândula Pineal e Hipófise

O segundo desenvolvimento que precisamos fazer para melhorar nosso processo de rememoração é no cérebro físico.

Uma vez que os chakras absorvem a informação e mandam para o cérebro, as glândulas pineal e hipófise são responsáveis por receber e processar essa informação no plano físico.

Por isso que, quanto mais desenvolvidas elas estão, mais lúcidas se tornam nossas projeções, pois elas que enviam as informações recebidas para a mente consciente.

Trabalhando esses dois pontos com os exercícios de desenvolvimento, os chakras, a pineal e a hipófise, teremos cada vez mais memórias das nossas projeções, mais controle sobre nossos sonhos e mais consciência fora do corpo.

Copyright do texto © 2021 Tibério Z

Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste artigo pode ser reproduzida ou usada de qualquer forma ou por qualquer meio, eletrônico ou mecânico, inclusive fotocópias, gravações ou sistema de armazenamento em banco de dados, sem permissão por escrito, exceto nos casos de trechos curtos citados em resenhas críticas ou artigos de revistas.

ISBN nº 978-65-00-23711-5

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