o dinheiro é sujo
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O dinheiro é sujo?

Quantas vezes durante nossa vida ouvimos que dinheiro é sujo? Muitas.

Para começarmos a refletir sobre o assunto, o primeiro ponto que quero trazer é que tudo que o Criador faz é em abundância.

Não existe carência no Criador, basta lembrarmos das infinitas estrelas, planetas, galáxias, seres e grãos de areia.

Quando plantamos uma macieira, ela produz maçã por uma vida, comemos maçã até cansar. O ar é abundante, a luz do sol é abundante, a água é abundante, se não fosse a ganância humana, teria tudo para todos.

Não existe o conceito de carência para o Criador porque Ele é tudo, Ele é a própria abundância, a manifestação da abundância.

Então, existe carência no planeta Terra porque o ser humano criou a carência, não o Criador.

O ego humano criou a carência por uma questão econômica, porque quanto mais falta algo, mais caro esse algo fica.

Além disso, a carência é usada para escravizar pessoas. Mas voltaremos a esse ponto mais para o final, o.k.?

A maioria das pessoas acredita que o dinheiro é sujo, que é a causa do mal do mundo, que causa discórdia, inveja, atrai pessoas falsas e interesseiras.

Na verdade, esse é um mecanismo para nos livrarmos das nossas responsabilidades.

A faca corta o pão, mas ao mesmo tempo a faca mata. O martelo prega o prego, mas, ao mesmo tempo, o martelo mata. A energia atômica pode abastecer uma cidade inteira de luz, mas também poderia destruí-la. O avião é um excelente meio de transporte, mas pode jogar bomba.

Com o dinheiro é igual, devemos usar o mesmo raciocínio, não é o dinheiro que faz mal ao mundo, é o próprio ser humano.

A causa da carência não é o dinheiro, é o ser humano. A causa do abuso de poder não é o dinheiro, é o ser humano. Por isso devemos parar de delegar nossas responsabilidades para objetos.

Dinheiro é um símbolo de troca. Vamos imaginar uma sociedade sem dinheiro. Por exemplo, eu aplico Reiki e quero comer maçã. Então vou até o cara que planta maçã e ofereço Reiki em troca de cinco maçãs.

Expansão da consciência prosperidade

Porém, ele não acredita em Reiki e recusa minha oferta. Portanto, vou ter que ficar sem comer maçã.

Então, o dinheiro é um excelente meio de troca criado por uma sociedade avançada para facilitar a vida das pessoas. Por isso não há problema algum no conceito de dinheiro.

Vamos lembrar que o dinheiro já foi o sal, então quando a humanidade usava o sal para fazer suas trocas, o sal era a causa de toda a desgraça do mundo? Não, a causa de todo desequilíbrio que existe na Terra é o próprio ser humano. É fundamental compreendermos isso.

O ego humano quer dominar, quer poder, se auto afirmar, quer sentir-se superior e vai usar o dinheiro para isso.

Por isso, o dinheiro é neutro, mas o uso que fazemos dele é outra história, pois ele pode ser usado com o ego e pode ser usado com o Divino que há em nós.

O dinheiro é escolha

Para a Cabala, dinheiro significa escolhas. Portanto, quanto mais dinheiro alguém tem, mais escolhas pode fazer na vida. E isso é óbvio, pois como uma pessoa que não tem nada vai poder escolher alguma coisa? Ela só pode estar preocupada com a sobrevivência mínima dela.

E escolher é a grande questão do ser humano. Podemos escolher de um modo egoísta ou podemos escolher de um modo comunitário.

Então, o dinheiro pode ser usado para o bem, como, por exemplo, em um projeto de moradias comunitárias, na construção de uma rede de saneamento ou em um projeto artístico.

Mas sem dinheiro nenhuma dessas coisas é possível. Não podemos ajudar as pessoas sem dinheiro porque o sistema do planeta Terra o utiliza como troca.

Logo, quanto mais dinheiro temos, maior o nosso potencial de ajudar. E claro, maior também o nosso potencial de prejudicar.

O dinheiro em si não causa nenhum mal, nem traz nenhuma felicidade, é o uso que fazemos dele que vai determinar o que virá.

Mas como ganhar dinheiro quando ouvimos a vida inteira que dinheiro é a causa do sofrimento no mundo, que corrompe as pessoas, que rico não é feliz e nem entra no céu?

Como alguém que acredita que as guerras ocorrem por causa do dinheiro vai tê-lo? As guerras acontecem por disputa de poder, não por disputa de dinheiro.

Todos os governos envolvidos nisso não estão mais atrás de dinheiro, elas já passaram essa barreira faz tempo.

O ego quer poder e quer sempre mais. Se tem o quarteirão, quer o bairro. Se tem o país, quer o continente. Essa sede por poder é sem fim e não tem a ver com dinheiro.

Mas enquanto não percebermos isso continuaremos cheios de crenças e paradigmas que nos afastam dele.

A pirâmide de Maslow nos mostra que é impossível realizarmos qualquer coisa na vida se não temos nossas necessidades básicas atendidas.

E realmente nunca vi alguém com fome extrema conseguir realizar algo que não fosse ir atrás de um prato de comida.

Isso ocorre porque ela está em um processo orgânico que direciona toda sua energia e foco restantes em conseguir alimento.

Pois, a amígdala cerebral, uma parte de nosso cérebro responsável pela sobrevivência, passa a comandar.

Outra necessidade básica é ter onde morar. Percebam, todo animal procura uma toca, faz um ninho ou usa um buraco para se proteger.

Então, enquanto não resolvermos essas duas questões, o que comer e onde morar, nada será realizado na nossa vida.

O dinheiro e a carência

Enquanto a mente está rodando no modo sobrevivência, somos escravos dos nossos instintos. Infelizmente, grande parte das pessoas encarnadas nesse planeta estão nessa condição. Mas lembrem, a carência é um projeto.

Criaram a carência para obrigar as pessoas a serem escravas e se sujeitarem a qualquer trabalho para terem o que comer e onde morar.

Isso é terrível, mas não tem a ver com dinheiro, tem a ver com o desejo de poder dos homens.

Então, tirem da cabeça que dinheiro é sujo e cruel. Sujo e cruel são os humanos que escravizam outros humanos.

O homem se deixa escravizar pelo dinheiro e não o dinheiro que escraviza alguém. Podemos ter muito dinheiro e não ser escravo dele, como pode ter R$ 200,00 e ser escravo desse dinheiro.

Infelizmente o ser humano ainda não superou sua tendência à escravidão, a tendência de se viciar por tudo, essa tendência que tem sua raiz no apego.

Isso me lembra o ensinamento de Buda que dizia que a causa de todos os males do mundo é a ignorância.

E a primeira ignorância é não compreender os processos internos, que existe um ego, que existe uma criança interior ferida, que somos cheios de traumas, programações negativas, recalques e mais um monte de coisa que nos faz agir de formas que racionalmente não escolheríamos.

A segunda ignorância é não compreendermos o meio em que estamos inseridos, a sociedade em que vivemos e quais são suas regras.

A terceira ignorância é não compreendermos a realidade metafísica e que existem seres extrafísicos que interferem na nossa realidade para o “bem” e para o “mal”.

Espiritualidade e Expansão da Consciência

Expandir a consciência é justamente irmos compreendendo todos esses pontos que antes não percebíamos, é autoconhecimento, compreender o meio em que estamos, o físico e o extrafísico. Pois só assim podemos ter clareza das regras do jogo que estamos jogando.

E isso é fundamental pois como vamos jogar bem um jogo sem conhecer suas regras? E é por isso que muitos querem ganhar dinheiro, mas como não entendem de mercado, marketing, finanças, contabilidade, administração, direito e etc., não ganham.

No mínimo, se pensamos em montar uma empresa, precisamos saber um pouco disso tudo, porque essa é a regra do jogo. E querer jogar o jogo sem compreender suas regras é sinônimo de sofrimento.

Então, se há tanto sofrimento nesse planeta, será que as pessoas sabem as regras daqui? É claro, não precisamos, nem devemos, concordar com tudo, mas o que podemos fazer para ser mais felizes com o jogo que já existe? Como no ditado: “Se me derem um limão, faço uma limonada”.

Agora, ficar chorando que a regra do jogo é cruel não melhora a nossa vida nem a de ninguém, não resolve nada, nem transforma a realidade em algo melhor.

E mais que saber as regras do planeta, o principal é saber as próprias regras, o funcionamento do nosso ser.

Somos seres complexos e com muitas camadas, portanto, para lidar conosco da melhor maneira possível precisamos nos dispor a nos entendermos.

Afinal, não conseguimos fugir de nós mesmos, não conseguimos ignorar nossos desejos e programações.

Tudo o que somos está dentro de nós e nos influencia a fazer tudo o que fazemos, seja positivo ou negativo.

E claro, as autoprogramações que fazemos durante a vida também determinam o uso que faremos do dinheiro.

Programações sobre o dinheiro

Essas programações costumam ser profundas, inconscientes e geralmente surgem na infância.

Se crescemos ouvindo de nossos pais que dinheiro só traz desgraça e que precisamos nos matar de trabalhar para ter algo, faremos a associação do dinheiro como algo extremamente negativo.

E aí mesmo depois que crescemos e acreditamos que queremos prosperar, fica a programação rodando no inconsciente dizendo que dinheiro é sinônimo de problema.

Então se, por exemplo, abrimos um negócio, no início ele vai bem, mas quando começamos a ganhar dinheiro surge um incômodo interior.

Quase sempre não identificamos a origem desse incômodo, mas ele vem de nossas crenças negativas arraigadas e elas costumam ser inúmeras, como o dinheiro é sujo, dinheiro é o mal do mundo, dinheiro corrompe as pessoas, dinheiro atrai pessoas falsas e etc.

E aí começa o processo de autos sabotagem, ou seja, fazemos de tudo para voltar à zona de conforto.

Afastamos os clientes, gastamos o dinheiro de modo impensado, perdemos bons fornecedores, ficamos doentes, até o momento em que a empresa fali.

Novamente digo, a causa de todo sofrimento é a ignorância, a falta de autoconhecimento. Por isso precisamos sempre nos perguntar: “Por que estou fazendo tal escolha?” “Por que estou usando o dinheiro dessa forma?” “Será que essa escolha me leva realmente onde quero chegar?”

O dinheiro pode ser usado positivamente, ele também é Divino.

Muita gente hoje no mundo está usando o dinheiro que tem para ajudar o planeta, para salvar florestas, para criar meios de limpar o oceano, para ajudar sua comunidade e etc.

Obviamente que também há aqueles que estão usando o dinheiro para guerra e para o poder.

Qual é a diferença entre essas duas pessoas? As programações básicas que elas possuem, os traumas, as promessas que fizeram na vida e as suas motivações internas.

Assim, uma vai usar o dinheiro para ajudar e outra vai usar o dinheiro para destruir.

Vejam, tudo é yin e yang, positivo e negativo, luz e sombra. Uma proposta de emprego possui um lado positivo e um lado negativo, pois sempre ganhamos e perdemos com algo.

Com o dinheiro ocorre a mesma coisa, pois ele pode ser usado para construir ou para destruir, porém ele em si não é causa de nada, não é o mal de nada.

Entender isso é fundamental, porque só conseguimos ajudar a nós e aos outros tendo recursos.

Claro que nem toda ajuda requer dinheiro, como um abraço ou palavras incentivadoras, mas é ilusão acreditar que podemos realmente melhorar a vida de alguém sem dinheiro.

Por exemplo, faço lives no Youtube e no Instagram para disseminar o conhecimento espiritual e incentivar o autoconhecimento, mas para isso preciso de um celular, internet, luz e de tempo. E quanto mais pessoas atinjo mais preciso investir nesse projeto.

Como eu poderia fazer o que faço sem dinheiro? E se estivesse passando fome? Sabemos que quem está passando fome não realiza nada e mais que isso, não é beneficiada por palavras incentivadoras ou qualquer outra coisa naquele momento, ela está em seu instinto mais básico, pensando unicamente em sua sobrevivência.

Nunca esqueçam, a ajuda para quem está passando fome é um prato de comida e comida se compra com dinheiro.

Então, quanto mais dinheiro temos, mais podemos ajudar outras pessoas, mas quanto menos dinheiro temos, menos poder de escolha temos também.

Há muita diferença em escolher viver uma vida simples e ser obrigado à miséria pelas circunstâncias.

Há muita diferença entre não querer ter coisas supérfluas e não ter comida na geladeira. Mas também é muito mais fácil não ter apego ao dinheiro se nem mesmo temos essa escolha, não é?

Ambas as situações apresentam desafios, embora bem diferentes.

Sem dinheiro não temos escolhas, com dinheiro somos facilmente dominados pelo apego.

Mas a verdade é que só sabemos como lidamos com uma situação vivendo, ou seja, sem ter alguns milhões na conta fica difícil saber se não seríamos gananciosos e com uma sede infinita de poder.

Mas repito, o problema não é o dinheiro, é o que está girando dentro de nós que nos faz ter essa ganância sem fim. Afinal, por que alguém quer ter tanto? Por que alguém quer dominar e escravizar pessoas? Por que alguém acumula bilhões sabendo que muitos estão morrendo de fome?

Será que a autoestima dessas pessoas é tão baixa, mas tão baixa, que apenas com muito dinheiro elas conseguem ver valor em si? Será que acreditam que precisam ser doutores para ganhar o respeito alheio? Será que se sentem tão inferiores que acreditam precisar comprar amigos?

A profundidade interior que todas essas questões atingem nos fazem voltar ao ensinamento de Buda, a causa do mal do mundo é a ignorância.

Porque se a pessoa não se autoconhecer, não compreender seus processos internos, não entenderá porque faz o que faz.

Em absoluto isso não significa que não ter dinheiro significa que possuímos essas questões resolvidas, na verdade muitas vezes elas só não têm muita chance de se manifestarem.

E claro, muitas pessoas com dinheiro têm essas questões resolvidas e portanto fazem bom uso dele.

Podemos resumir com aquele ditado antigo: “Quer conhecer uma pessoa, dê poder a ela”. Não digo conhecer no sentido de podermos julgar alguém, mas sim que quando alguém ganha muito dinheiro e “muda”, na verdade está apenas liberando o que estava reprimido esperando uma oportunidade.

Essa situação é comum porque em nossa sociedade os sentimentos básicos são a carência, a autoestima baixa, a submissão, o não merecimento, a culpa e o sentimento de inadequação.

Então, obviamente que alguém que se sente assim, quando tiver dinheiro, vai detonar todo mundo em volta.

Mas através do autoconhecimento aprendemos que não precisamos comprar ninguém, que podemos ser amados e respeitados pelo que somos.

Que não precisamos subjugar ninguém para que implorem pela nossa atenção e que só o amor constrói o verdadeiro respeito.

Infelizmente a base do mundo ainda é o poder e utilizam o dinheiro como meio de obtê-lo. Observem que o dinheiro não é a causa, é o meio, já que nossa sociedade utiliza-o para suas trocas.

Se trocassem o dinheiro por sal, iam utilizar o sal para obter poder, se trocassem o sal por penico, iam utilizar penico para ter poder.

Porque querem o poder e o poder vem de várias programações internas negativas. Vem de não compreender que só existe um ser poderoso no universo, que é o Criador, Deus, a Fonte Única ou o nome que queiramos dar.

Apenas Ele tem poder, mais nenhuma criatura tem poder de nada.

E a morte é a grande mestra que nos ensina isso, que não temos poder, embora até pequenas situações no dia a dia nos mostrem constantemente como não controlamos nada.

Steve Jobs um dos homens mais ricos e poderosos dos Estados Unidos morreu de câncer. E aí? Nem o dinheiro nem o poder dele o salvaram da morte.

A vida e a morte ensinam que não importa se somos o Imperador da China ou o Rei da Inglaterra, não temos o poder real.

Mas o ego não quer aceitar essa verdade, prefere se iludir e usar o dinheiro nesse processo de autoafirmação.

Dinheiro amplifica quem somos

O dinheiro não fez isso com a pessoa, ela já era assim. O dinheiro apenas amplificou o que havia dentro dela, como uma grande lupa.

Por exemplo, alguém pobre critica um parente com dinheiro por comprar roupa toda semana, trocar de carro todo ano e morar em um apartamento gigante.

Até o dia que por algum motivo fica rico também e faz o quê? Compra roupa, troca de carro e se muda para o maior apartamento que achar.

Mas por que a pessoa teve essa atitude se criticava o outro por isso? Primeiro porque só nos incomodamos com algo que também temos.

Então, se a aparente futilidade do outro a incomodou é porque essa é uma tendência dela também.

Tudo o que nos incomoda no outro é um espelho nosso, aquilo que não reflete quem a gente é não gera incômodo.

E essa pessoa do exemplo só percebeu a própria “futilidade” quando teve dinheiro suficiente para manifestá-la.

Além disso, muitas críticas têm base na inveja e isso se confirma quando tomamos a mesma atitude que criticávamos no outro quando chegamos onde ele estava.

Falo isso não para levantar julgamentos, mas para ilustrar que aprendemos a lidar com dinheiro tendo dinheiro e isso envolve muitos erros no caminho.

Repito, precisamos ter dinheiro para aprender a lidar com ele, a pessoa pobre não tem como aprender a lidar com o dinheiro, ela só pode aprender a lidar com a escassez.

E quando tiver dinheiro e ver o positivo e o negativo em si aflorar, terá importantes lições sobre si.

É aí que o dinheiro se torna um instrumento de sabedoria.

Imaginem quanto esforço não é necessário para ignorar, por exemplo, que gastamos R$ 5.000 em uma noite no bordel, mas escravizamos funcionários e não concedemos um aumento de R$ 50 porque é muito dinheiro?

Podemos nos iludir sobre nós mesmos por um tempo, mas ficará cada vez mais evidente para nós e para os outros as nossas falhas.

E a partir do momento que o dinheiro nos mostra quem somos, é uma questão pessoal melhorar ou colocar para debaixo do tapete mais um pouco.

Quando não temos nada, temos que acordar de manhã, pegar o transporte público lotado e ir para o primeiro emprego que conseguimos, mesmo que mal pague as contas do mês. Qual escolha tivemos? Zero.

Forçam o papo de que vivemos em uma sociedade livre, que existe o livre-arbítrio aqui, mas que livre-arbítrio e liberdade são essas?

O livre-arbítrio vem quando podemos realmente escolher coisas na nossa vida. Quero estar aqui e não lá, quero fazer isso e não aquilo, isso é liberdade.

Mas que livre-arbítrio tem alguém que é obrigado a trabalhar o mês inteiro por mil reais? Que sai as 5 horas de casa e volta às 22h? Que mal tem tempo para ver os filhos? Essa é a realidade da maioria das pessoas e que livre-arbítrio elas têm?

Quanto mais dinheiro ganhamos mais livre-arbítrio temos e o que vamos fazer com ele é uma questão de ego e Divino.

Se vamos usar esse dinheiro para projetos que beneficiam a todos, então estamos usando nossa parte Divina, mas se vamos usar o dinheiro para ter poder e subjugar os outros, então é o ego agindo.

Esse conceito precisa estar claro, porque o ego ganha dinheiro, mas traz junto a confusão.

Já sabemos que para ganhar dinheiro precisamos estudar marketing, bolsa de valores, administração, investimentos, finanças e etc., por isso vou dar um exemplo simples de como conhecer as regras do jogo muda tudo.

Imaginem que me formei em uma profissão e vou vender minha hora de trabalho por um valor x. Meu dia tem um número fixo e limitado de horas, não é?

Então, até posso aumentar o valor da minha hora de trabalho mas existe um limite para isso.

Logo, o dinheiro que posso ganhar com esse trabalho, como prestador de serviço, é limitado. Como posso fazer então para ganhar mais dinheiro? Usar minha profissão para criar um produto escalonado. Em escala o que podemos ganhar é praticamente ilimitado.

Mas, se em vez disso eu apenas ficar o dia inteiro mentalizando que o dinheiro virá, ele vai vir? Não, não vai.

O dinheiro vem com trabalho e através da nossa sabedoria e conhecimento sobre as regras do jogo.

Vejam como o Criador é justo, Ele não diferencia as pessoas, se você sabe fazer dinheiro, não interessa se usará egoicamente, você terá o dinheiro, pois é seu direito já que adquiriu esse conhecimento.

Agora, mesmo que queiramos o dinheiro para ajudar as pessoas, se temos crenças negativas em relação ao dinheiro, precisamos rever nossos conceitos, porque nossos paradigmas estão impedindo de compreendermos como o dinheiro funciona.

Para concluir, reforço, só temos livre-arbítrio na vida, a oportunidade de realmente escolher, seja positivo ou negativo, se temos dinheiro. Não tem como ter livre-arbítrio sem dinheiro.

Não somos livres se fazemos o que não gostamos e vendemos nosso tempo por qualquer troco simplesmente para sobreviver.

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ISBN nº 978-65-00-23711-5

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