o que é o hermetismo
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O que é Hermetismo

Hermetismo o que é? Como o Hermetismo chegou nos dias atuais na sociedade ocidental? Nesse artigo vamos refletir sobre esse tópicos.

A palavra hermético quer dizer fechado e faz referência ao hermetismo porque por muitos séculos esse conhecimento ficou guardado em grupos iniciáticos.

Adiante veremos de forma resumida a linha do tempo histórica que envolve o hermetismo e que culminou com sua abertura em nossa sociedade moderna.

O hermetismo é o conjunto de leis herméticas atribuído a Hermes Trismegisto.

Expansão da consciência hermetismo

A maioria dos estudiosos não acredita na existência de Hermes como um homem que realmente viveu na Terra e sim como uma lenda.

Também acreditam que os conhecimentos herméticos atribuídos a ele provavelmente são de um compilado de autores.

O que sabe-se é que o hermetismo começou a ser praticado no Egito há, pelo menos, dois mil e quinhentos anos A.C..

A história oficial considera Hermes Trismegisto uma figura lendária, mas minha abordagem aqui será trazer o lado B da história, abordado justamente nas escolas iniciáticas.

Abro parênteses para recomendar uma série de vídeos no YouTube chamado A Saga Anunnaki, pois ela aborda o processo de povoamento do Planeta Terra e complementará as ideias que trago aqui.

Três civilizações tiveram um contato profundo com extraterrestres na antiguidade, a China, a Índia e o Egito.

Quem estuda acupuntura conhece a lenda do Imperador Amarelo.

Ela diz que o Imperador veio do céu com seus cavalos, ensinou acupuntura para os chineses e depois retornou aos céus.

A mesma história encontramos no Bhagavad Gita da Índia, os deuses vieram do céu, trouxeram conhecimento para o homem e para lá voltaram.

No Egito essa mesma história é repetida, os deuses vieram do céu, trouxeram conhecimento para o homem e para o céu voltaram.

Esse padrão expressa o que a história extraoficial acredita, que o hermetismo foi dado por seres extraterrestres que possuíam maior expansão da consciência do que nós.

O conhecimento hermético foi passado para grupos de sacerdotes no Egito, na China e na Índia e inicialmente ficou restrito a eles.

Vale lembrar que o acesso à realidade espiritual era muitíssimo maior do que a atual, principalmente no Egito.

Aliás, até hoje ninguém conseguiu superar o Egito no quesito contatos dimensionais e conhecimentos místicos.

Os sacerdotes egípcios tinham um conhecimento profundo sobre outras realidades, contato com outros seres, coisas que até hoje a espiritualidade moderna não compreende.

Tudo isso fazia dos sacerdotes uma casta muito especial no Egito, estando abaixo somente do faraó.

Embora tecnologicamente nenhuma dessas civilizações se compare com o que temos hoje, espiritualmente elas estavam muito mais avançadas.

E acredito que isso não é algo necessariamente negativo. Como veremos mais adiante, tendemos a fazer um movimento pendular, tanto individual como coletivamente.

Na antiguidade estávamos no movimento Yang e atualmente estamos no movimento Yin. Ou seja, vivíamos em um extremo espiritual e hoje estamos em um extremo material.

Podemos observar que agora, como sociedade, estamos retornando o movimento e nos abrindo novamente para o espiritual.

E de tanto oscilar nos extremos um dia encontraremos o equilíbrio.

Compreenderemos que o que consideramos espiritual, místico ou sobrenatural é, na verdade, a ciência não explicada e que não existe separação entre o mundo material e o mundo espiritual.

É só imaginar como pessoas vivendo em 1500 reagiriam se conhecessem um celular.

Com certeza achariam se tratar de magia e não entenderiam a ciência por trás do funcionamento dele.

Essa mesma impressão repetimos hoje quando ouvimos sobre dimensões e sobre as práticas espirituais mais avançadas.

Recentemente a física começou a estudar esses aspectos ditos místicos, embora ainda com muita dificuldade de avançar na comunidade científica.

Mas os sacerdotes egípcios já dominavam esse conhecimento há muito tempo. Eles praticavam viagem astral como passeamos com o cachorro e voltamos para casa.

espiritualidade e projeção astral

Portanto, o contato com seres multidimensionais era comum e é nesse terreno fértil espiritualmente que o conhecimento hermético foi dado aos humanos.

Sabe-se que o que conhecemos do hermetismo hoje é uma parte muito pequena do conhecimento original que sobreviveu ao tempo.

A Índia ainda conseguiu conservar muito desse conhecimento em seus textos sagrados.

Porém, como muitos não foram traduzidos, o estudo principalmente por parte de nós ocidentais fica dificultado, pois precisaríamos ter conhecimento de sânscrito para lê-los.

Ainda assim, muito conhecimento se perdeu. Falam que a Biblioteca de Alexandria, que foi queimada duas vezes, tinha uma seção inteira só sobre hermetismo.

Isso ilustra o quão pequena, mas ainda muito relevante, parte do hermetismo chegou aos dias atuais.

Na Grécia Antiga, os gregos tinham um contato muito grande com a cultura egípcia, porque além da proximidade geográfica, eles faziam comércio entre si.

Por isso, os sábios gregos pré-socráticos iam constantemente ao Egito.

Inclusive alguns eram iniciados e portanto pegaram muito conhecimento do hermetismo.

Quem ler Platão pode perceber muito do conhecimento hermético em suas ideias.

A Grécia Antiga foi berço de duas correntes filosóficas que a humanidade segue até hoje e que correm em paralelo, as teorias de Platão e de Aristóteles.

De modo simplista podemos dizer que Platão tende à metafísica e Aristóteles à realidade material.

Por exemplo, Aristóteles dizia que uma coisa é ou não é. E toda lógica científica ocidental se baseia nesse conceito dele, assim como em outros.

Já Platão falava sobre geometria sagrada, sobre o mundo das ideias, sobre o Mito da Caverna e sobre a república, que seria o governo ideal aqui na Terra, que também poderíamos ligar ao hermetismo.

Desse modo, o hermetismo entrou no ocidente através das teorias de Platão.

Uma observação, no Egito, Hermes Trismegisto quer dizer três vezes iniciado.

Poderíamos comparar o processo de ser um sacerdote iniciado com um livre docente dos dias atuais, que é acima do doutorado, ou seja, muitos e muitos anos de estudo.

Hermes Trismegisto foi tão importante que era considerado três vezes iniciado. Quem estuda magia sabe que não existiu ninguém que recebeu esse título além dele.

Então, para a magia, para o ocultismo e para o paganismo, Hermes Trismegisto é considerado como Jesus Cristo é considerado para o Cristianismo.

Apesar disso, como vimos, ninguém sabe se ele existiu de fato ou não, se foi realmente um homem ou não.

Mas o mito, essa ideia do homem sábio que traz o conhecimento dos céus para a Terra permanece até hoje nas correntes de magia. E na forma de mito ele se perpetuou.

No Egito foi deificado no Deus Thoth e era representado com um corpo de homem e uma cabeça de pássaro.

Hermetismo e Deus Toth

A cultura grega, inspirada na cultura egípcia, transforma o Deus Thoth no Deus Hermes, aquele com umas asinhas nos pés e na cabeça. Para a cultura grega, Hermes é o mensageiro dos deuses, aquele que traz o conhecimento que está oculto.

Quando os gregos transformaram o Deus Thoth em Hermes eles o humanificaram.

E essa ideia de um Deus humano permanece até os dias atuais, inclusive aqui no ocidente. Roma, que praticamente roubou a cultura grega, transformou o Deus Hermes no Deus Mercúrio.

E em Roma criou-se a lenda do caduceu de Mercúrio. O caduceu é um bastão com duas serpentes enroladas.

Hermetismo e Mercúrio

Diz a lenda que Mercúrio estava andando com seu cajado e viu duas serpentes brigando, para separar as serpentes ele bateu o cajado no chão, então as duas serpentes se enrolaram no cajado e subiram.

Hermetismo e Caduceu de Mercúrio

Nessa lenda as serpentes representam nossos pensamentos e sentimentos, o instinto mais básico humano, brigando e rastejando no chão.

O conhecimento, representado pelo bastão de Mercúrio, ao bater no chão fez com que os pensamentos e sentimentos se elevassem.

Essa lenda traz o princípio do hermetismo, tirar o ser humano da ignorância, dos seus instintos mais básicos e da sobrevivência pura através do conhecimento. E assim ampliar a vibração da raça humana, tornando todos os potenciais humanos em divinos.

Hermetismo e Frequência Vibracional

Certa vez tive contato com um ser extraterrestre e perguntei o que viemos fazer aqui. Ele falou: “Vocês vieram evoluir o planeta Terra”. 

curso de terapeuta vibracional

E isso até hoje ressoa em minha mente. Estamos aqui há milhares de anos, em várias e várias civilizações, praticamente toda Atlântida e Lemúria está reencarnada no planeta Terra.

Porque nós somos um grupo de seres que escolheu vir para cá povoar e desenvolver a consciência desse planeta. 

Estamos vindo de um processo de reencarnações constantes desde muito tempo e cada reencarnação amplia um pouquinho a consciência global.

Tudo isso tem a ver com hermetismo e com a lenda de Mercúrio.

Pois temos que sair da posição mais primitiva dos nossos sentimentos e pensamentos, sair da selvageria e da ignorância e elevar a vibração da Terra através de nossos pensamentos e sentimentos iluminados pelo conhecimento.

Esse tem sido um longo processo mas a cada reencarnação deixamos um pouquinho de consciência para o planeta.

Até o momento que com sua vibração elevada poderá receber seres de uma vibração mais elevada também.

Podemos dizer que a Terra é um laboratório de evolução consciencial em que estamos trabalhando como voluntários.

Hermetismo e o cristianismo

Voltando à nossa linha do tempo, enquanto Roma era politeísta, o hermetismo era aberto e existiam diversas escolas de magia e paganismo que o estudavam.

Isso mudou quando o Imperador Constantino impôs o Cristianismo como religião única e oficial. Ele fez isso por quê?

Existe uma história de que Constantino viu a cruz e se arrependeu, mas sinceramente, isso é balela.

Roma estava falindo e Constantino percebeu que ter vários deuses não era prático na manutenção do poder, pois ele precisava controlar diversos grupos de sacerdotes.

Então ele chegou à conclusão que o monoteísmo, ter um Deus só, era muito mais prático, rentável e facilitava o controle da população.

Assim, o Cristianismo foi implantado à força em Roma. Cristianismo que antes de ser uma religião oficial romana era também uma seita mágica, claro.

Pesquisando sobre a pré-história do cristianismo veremos que se praticava o hermetismo em seu contexto original.

Inclusive perceberemos que vários conceitos que estavam no Cristianismo primitivo, como a reencarnação, foram retirados dele quando Roma o instituiu.

Quando Constantino oficializa o Cristianismo, ele começa a perseguir todos os outros cultos que passaram a ser considerados pagãos, retira do Cristianismo o hermetismo e muita coisa relacionado a magia.

E pior, começa a perseguir pessoas que não se enquadravam na ideia dele de Cristianismo.

Nesse ponto da história que o hermetismo se torna algo realmente escondido. Pois, quando Roma oficializou o Cristianismo, somente pequenos grupos poderiam se reunir para falar sobre ele, sob o risco de serem mortos se fossem descobertos.

Por esse motivo também que grande parte do conhecimento hermético passou a ser transmitido de geração em geração somente no boca a boca.

Documentos escritos passaram a ser evitados e o conhecimento era passado somente de mestre para discípulo.

Quando o Império Romano foi dividido e entrou em decadência, a Igreja Católica assumiu o poder. Isso por uma questão de falta de organização, pois a Europa estava um caos e a Igreja se viu com a oportunidade de domínio nas mãos.

Desse modo, entramos na Idade Média e aí sim o hermetismo foi perseguido de vez.

Durante a Idade Média tudo que não fosse relacionado ao Cristianismo institucionalizado era fortemente perseguido e combatido.

A Igreja deu início a caça às bruxas. Fazer um chá de boldo para cuidar do fígado era motivo de ser colocado na fogueira sob a acusação de bruxaria.

E para o hermetismo poder continuar existindo nessa época, foi criado o hermetismo alquímico. A alquimia foi uma linguagem criada para disfarçar o hermetismo.

Os símbolos alquímicos foram criados usando a geometria sagrada platônica e usados para que quem pegasse os textos herméticos não conseguisse entendê-los.

Essa sagacidade dos iniciados e mestres em criar uma linguagem própria permitiu que o conhecimento hermético continuasse vivo durante a Idade Média.

Os alquimistas não só tinham uma linguagem própria como camuflaram suas ideias. Vem daí o conceito hermético de transformar chumbo em ouro.

Quando a Igreja perseguia os alquimistas e perguntava sobre suas práticas, eles respondiam: “Estamos tentando transformar chumbo em ouro.”

A Igreja pensava que seria muito interessante ter esse conhecimento e assim muitos alquimistas continuavam ilesos pela ganância da Igreja.

Mas a intenção deles, claro, era seguir a lenda do Caduceu de Mercúrio, transformar chumbo em ouro era uma metáfora sobre transformar o ser humano selvagem em um ser mais elevado. E eles faziam isso através do conhecimento.

Ser um alquimista era ter conhecimento, conhecimento sobre ervas, sobre a realidade, sobre tudo.

Inclusive a alquimia deu origem a nossa química moderna e muitas descobertas químicas foram feitas pelos alquimistas, através de conceitos herméticos.

Como vimos, durante a Idade Média os alquimistas se restringiram a grupos fechados que pouquíssimas pessoas conseguiam entrar, e assim, mantiveram o conhecimento hermético junto deles. Mas esse cenário começou a mudar na Renascença quando o hermetismo voltou a ser um conhecimento mais público.

Isso ocorreu porque a Igreja Católica não estava mais conseguindo controlar os diversos reinados que existiam na Europa.

A tendência era que eles se juntassem e virassem nações, que foi exatamente o que aconteceu.

Paralelo a isso, existia em Florença uma família muito poderosa, os Médicis. Tão poderosos e ricos que a eles é atribuído a criação do sistema bancário. Nos dias atuais poderíamos compará-los ao Bill Gates, por exemplo.

Os Médicis financiavam a Igreja, porém também adoravam arte, cultura e conhecimento, em especial o conhecimento de Platão.

Por isso abriram em Florença uma academia neoplatônica, ou seja, uma academia baseada nos ensinamentos de Platão.

Os Médicis também financiavam expedições para busca de textos e livros ocultos e assim formaram uma maravilhosa biblioteca na academia neoplatônica.

Paralelo a isso continuavam financiando a Igreja Católica, o que possibilitou que ela interferisse pouco no desenvolvimento desse conhecimento.

Foi desse modo que o hermetismo voltou e se abrir para o ocidente. Com isso, iniciou-se a reunião de fragmentos de textos herméticos pela família Médici e que continua até o dias atuais. Esses textos são adicionados ao livro Corpus Hermeticum.

Vários pintores e artistas renascentistas estudaram nas academias neoplatônicas dos Médicis, como Rafael e Botticelli. Poderíamos comparar as academias neoplatônicas à Harvard, ou seja, um centro de estudos referência em sua época, com conhecimento de ponta.

Hermetismo e Grupos Secretos

Porém, veio a contrarreforma e a Igreja recomeçou sua caça às bruxas.

Em consequência disso, as pessoas que estudaram nas academias neoplatônicas precisaram criar e se fechar em grupos secretos novamente.

Exemplos desses grupos são a Maçonaria e os Templários (não os Templários Medievais).

Por conta desse novo período de repressão os conhecimentos herméticos ficaram novamente fechados em grupos iniciáticos até 1960.

O que pode nos levar a pensar e debater sobre a divulgação em massa ou não de um conhecimento espiritual.

Sabemos que estudar magia exige responsabilidade, pois determinados conhecimentos nas mãos erradas podem ter um resultado desastroso.

Por isso que nas escolas iniciáticas exigia-se grandes provas de caráter na admissão de um novo membro, acreditando que certos tipos de conhecimento exigem muita sabedoria.

Mas apesar de as escolas iniciáticas acreditarem que a maioria das pessoas não estão preparadas para lidar com altas doses de verdade, em 1960 houve uma decisão espiritual decretando que todo conhecimento deveria ser aberto para a humanidade.

Essa decisão é embasada na ideia de que uma pessoa não preparada para administrar um conhecimento naturalmente o rejeita ou não o entende.

E em minha experiência como professor percebo exatamente isso. Posso falar por horas, se o aluno não tiver conexão com o conhecimento ele simplesmente conclui que tudo é uma besteira ou loucura e deixa de se importar.

Na verdade, concordo com ambas as ideias em partes. Tem coisas que é melhor as pessoas não ficarem sabendo porque não teriam sabedoria para lidar, mas mais que isso vejo que podemos falar o que quisermos, quem não estiver conectado com a ideia não verá sentido nela.

Voltando um pouco, em 1908, um autor anônimo, autodenominado Três Iniciados, escreveu e publicou um livro chamado O Caibalion.

O caibalion 2

Existem algumas teorias para a autoria do livro, a mais provável fala de um editor de Nova York, que possuía sua editora no mesmo edifício em que ocorriam reuniões do grupo da Teosofia, do qual ele também participava.

O Caibalion é a reunião de várias leis herméticas condensadas de diferentes textos e explicadas pelo autor. Importante frisar que Hermes não escreveu o Caibalion, nem as sete leis herméticas em si.

Essas sete leis são uma reunião de conceitos do hermetismo, que vão muito além delas.

Por um bom tempo parece que ninguém deu muita atenção ao Caibalion, mas mais recentemente as pessoas voltaram a se interessar.

E principalmente com o advento da internet o hermetismo abriu-se definitivamente para a humanidade e hoje o Caibalion é um dos livros mais vendidos na área da espiritualidade.

E para fechar, vou citar três obras atribuídas a Hermes. O Corê Cosmou data de pelo menos 1.500 anos A.C. e traz a história da virgem que gera um Deus. É nesse livro que surgiu essa ideia tão importante no Cristianismo.

Aliás, antes mesmo da formação de todo o panteão egípcio já existia essa ideia de uma mulher concebendo todos os Deuses.

Depois temos a famosa Tábua Esmeralda, também atribuída a Hermes Trismegisto.

Tábua Esmeralda eram tábuas de argila em que os sacerdotes escreviam os conhecimentos, pois era o modo de escrita da época.

Algumas sobreviveram ao tempo e começaram a ser encontradas principalmente no século XVIII quando França e Inglaterra fizeram uma exploração ao Egito.

Encontraram Tábuas Esmeralda enterradas no deserto, dentro de catacumbas e em pirâmides, algumas também foram encontradas na Turquia e na Grécia.

Tabua esmeralda e Hermetismo

Essas tábuas foram em sua maioria levadas à Londres e acabaram se deteriorando devido a grande umidade da cidade.

Mais recentemente essas tábuas passaram a ser conservadas corretamente e ainda existem algumas no museu britânico.

No museu de arqueologia do Cairo também existem tábuas esmeraldas, sendo algumas delas ainda não traduzidas, por conta da dificuldade de sua tradução.

E por último, temos o Corpus Hermeticum. Como falei, os Médicis começaram a coletar e organizar vários textos herméticos que foram reunidos nesse único livro.

Ele vem sendo ampliado conforme novos textos são encontrados, portanto, é uma obra que tende a continuar crescendo.

Copyright do texto © 2021 Tibério Z

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ISBN nº 978-65-00-23711-5

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