corpos dimensionais
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O que são corpos dimensionais

Corpos dimensionais são veículos de manifestação da consciência em cada dimensão física que ela utiliza para captar informações sensoriais.

Começaremos a entender energia pela definição da física ocidental que diz que tudo é feito de átomo, que absolutamente tudo que existe no universo é formado por átomos.

O conhecimento de que os átomos são feitos de prótons, elétrons e nêutrons é o que aprendemos na escola há algumas décadas.

Porém, a física mais avançada já fala que o próton é formado por quarks e que, segundo a teoria das supercordas, esses quarks são formados por supercordas energéticas que ao vibrarem, criam toda a realidade, criam a matéria como conhecemos.

Logo, toda a matéria e tudo o que existe é, na verdade, uma vibração energética frequencial.

Se seguirmos aprofundando nas teorias da física quântica, encontraremos o que eles chamam de vácuo quântico ou mar de energia, que é o nada do qual a supercorda emerge e portanto do qual tudo emerge.

No fim, na instância mais profunda, toda matéria se resume a um mar de energia.

Porém, o corpo físico cria uma ideia de separação e por isso acreditamos ser separados de tudo, acreditamos ser separados, por exemplo, do piso e da parede do ambiente em que estamos.

curso expansão da consciência

Mas o piso é átomo, a parede é átomo, o oxigênio também é átomo, então, na verdade, tudo é um grande caldeirão atômico e não existe nada fora dele.

Tudo é uma única energia, porém individualizada em eu, você, piso, parede e oxigênio.

E se somos todos formados por átomos, o que permite que sejamos aparentemente diferentes uns dos outros são os arranjos atômicos que esses átomos podem tomar.

Como um lego divino, quando muda o arranjo atômico, muda a aparência daquilo que o átomo forma.

Por isso o corpo humano é feito de carbono e tem uma aparência, o piso é feito de mineral e tem outra aparência e assim os arranjos atômicos vão dando a impressão de que cada coisa é individual.

Mas no nível das subpartículas, tudo é uma energia só.

Todo esse conceito da física ocidental moderna que estou resumindo aqui, já era falado por algumas teorias orientais muito antigas, de até cinco mil anos atrás.

Inclusive, por isso não vejo motivo para os físicos ficarem tão ouriçados quando usamos termos físicos em espiritualidade.

O que eles estão estudando agora já se falava há muito tempo. Claro, com outra linguagem. O que eles chamam de vácuo quântico, pode ser chamado de Wuji, de Tao, de Criador ou o que for. Afinal, não importa como nomeamos essa energia e sim compreendermos o conceito de que estamos imersos dentro dela.

E essa grande energia, em toda nossa realidade tridimensional e em todas as dimensões, é o que podemos chamar de Deus.

Deus é a reunião de toda energia que existe, de todos os átomos que existem, no universo e nas dimensões afora, tudo reunido é Deus.

É impossível, mas se pudéssemos sair dessa energia até o momento em que fossemos ejetados dela, veríamos uma bola energética com tudo que existe dentro.

Esse é o conceito fundamental de Deus, pois Ele não é um super-humano, Ele é absurdamente mais grandioso que isso.

Nesse ponto podemos nos perguntar porque sentimos a matéria se tudo é energia. E aí precisaremos compreender a ideia de corpos dimensionais para responder essa questão.

Existe um corpo dimensional na terceira dimensão que é o corpo físico, esse corpo que estamos agora. O corpo físico possui muitos receptores que percebem frequências vibracionais, pois tudo são frequências vibracionais.

Quando vemos uma imagem, frequências vibracionais estão entrando em nossos olhos, sendo transformadas em impulsos elétricos pelo nervo óptico, indo até o cérebro e sendo transcodificadas em imagens por ele.

De modo similar, quando escutamos algo, frequências vibratórias são captadas pelos nossos ouvidos, transformadas em impulsos elétricos e depois transcodificadas pelo nosso cérebro em um som. O mesmo com os cheiros, gostos, tato e tudo o que sentimos e percebemos.

Não estamos falando de espiritualidade, o nosso corpo é fisicamente um grande receptor de frequências vibracionais e o nosso cérebro um grande transcodificador de frequências. E são esses receptores de frequências da terceira dimensão que nos dão a noção de materialidade.

Se formos para a quarta dimensão, nossa percepção da materialidade muda. Em desenhos animados vemos fantasminhas passando por uma porta fechada e podemos fazer a mesma coisa em projeção astral. Por que isso é possível? Porque o corpo astral está em outra frequência vibracional.

E o corpo astral não consegue sentir a materialidade das coisas que estão na terceira dimensão.

Como naquelas histórias de pessoas que morreram e não conseguiam mais tocar os familiares ou abrir uma porta. Isso ocorre porque sem o corpo físico não interagimos com as frequências vibracionais dessa dimensão física.

Assim como nosso corpo físico não interage com as frequências vibracionais da quarta dimensão, pois cada corpo foi preparado para interagir com a dimensão em que está, por uma questão de frequência vibracional.

Já falava Nikola Tesla, quer compreender o universo, compreenda como energia e vibração.

Essa compreensão é fundamental porque através dela saímos do misticismo e de vermos a espiritualidade como algo mágico, afinal, tudo se resume à vibração.

Desse modo, quando dizemos que um fígado está doente, na verdade, estamos dizendo que ele está desarranjado atomicamente.

Inclusive, a medicina está começando a rumar seus estudos e pesquisas para a medicina atômica, porque a medicina ocidental atual trata apenas até o nível da molécula.

Ela ainda não é capaz de tratar o átomo, reorganizar e reagrupá-lo de modo a corrigir seu arranjo.

Por isso, todos os tratamentos que a medicina oferece podem no máximo mudar moléculas do corpo físico, mudar a interação dos elementos químicos que nos compõem.

Claro, desequilíbrios no arranjo atômico afetam o funcionamento químico e molecular, mas se tudo é átomo, não seria mais inteligente tratarmos o átomo?

Assim, se um fígado está doente, se atomicamente ele não está com sua frequência vibracional correta, com sua organização atômica do modo que a natureza planejou para ele, poderíamos tratar os átomos que o compõe e curar completamente esse órgão.

Tratar o átomo é uma questão de eficiência.

Pessoalmente, acredito que daqui uns 100 ou 200 anos, quase todas as doenças terão cura por causa do desenvolvimento do tratamento atômico, afinal, reorganizando o átomo, reorganizamos as moléculas, as células, os tecidos, os órgãos e, por fim, os sistemas.

Entrando nas terapias holísticas, na cromoterapia, por exemplo, mandamos uma cor, que nada mais é do que uma frequência vibracional que interage no nível atômico.

O azul não vai modificar uma molécula de carbono, mas ele vai reverberar com a vibração atômica e reorganizá-la.

Então, quando mandamos a frequência de onda da luz azul, que é uma frequência atômica, ela reverbera atomicamente nos átomos do cliente e depois de um tempo eles acabam entrando na mesma vibração. Não tem nada de místico nisso.

Assim conseguimos reorganizar os átomos, ainda que seja de uma maneira superficial pois não temos uma consciência muito elevada e um domínio sobre os processos atômicos.

Jesus curava instantaneamente porque conhecia todo esse processo e tinha domínio sobre ele.

Através da própria vontade, Jesus colocava a mão e reorganizava atomicamente a pessoa.

E nós, embora de um modo ainda muito reduzido, também temos o poder de com a nossa intenção manipular frequências energéticas e curar.

O próximo ponto que quero abordar ainda no sentido físico da energia é que o que estamos vendo não é uma matéria imóvel, pois a frequência vibracional pulsa sem parar.

O nosso cérebro nos dá uma falsa noção de imobilidade, ele nos engana.

O que ocorre é que a pulsação atômica é tão rápida, mas tão rápida, que nos dá a ilusão de estar parada.

É como se o universo se apagasse e acendesse o tempo inteiro e nós nem percebêssemos, pois o cérebro cria uma noção de continuidade.

Os hindus explicavam isso através do sonho de Shiva. Segundo eles, quando Shiva dorme, tudo apaga e quando Shiva acorda, tudo existe.

A filosofia hindu está carregada de metáforas para explicar os processos físicos, tanto que, como citei, muitos cientistas têm bebido dos Vedas para conseguir explicar a física moderna.

Entrando agora em um aspecto que pode, falsamente, parecer menos físico sobre energia, mas que acredito interessar a todos, é que nossos pensamentos também são energia.

Vejam, quando pensamos em uma maçã é criado em nossa mente a frequência vibracional para a imagem da maçã.

Lembrem que as imagens que vemos são impulsos elétricos, nossos olhos nesse momento estão recebendo apenas frequências vibracionais do que está a nossa volta.

Então, quando criamos uma imagem mental de uma maçã, ela se traduz fisicamente em uma frequência de onda.

Desse modo, todos nossos pensamentos são formas de energia. Isso é o que os místicos chamam de formas pensamento.

Por exemplo, se temos medo, existe uma imagem mental para esse medo, mesmo que seja algo aparentemente abstrato.

Esse medo acaba virando uma frequência que fica no nosso campo vibracional gerando as formas pensamentos, pois absolutamente tudo que pensamos, vira formas pensamento.

E quanto mais nós as repetimos, mais fortes e mais energizadas elas ficam.

Aí entra a famosa Lei da Atração, pois se temos em nosso corpo energético formas pensamento de medo, elas irão se conectar com outras frequências de medo que estão à nossa volta, como ondas de rádio que existem em todos os lugares, e atrairão situações de medo no nosso exterior.

Assim, atraímos tudo que pensamos por uma questão de frequência vibratória, além da repercussão física e psicológica que esse pensamento traz.

Por exemplo, alguém que se sente um inútil, cria imagens mentais de fazer algo errado, de fracassar, de ser um estorvo.

Essas imagens mentais podem ser apenas lembranças do passado, mas são frequências vibracionais que não se limitam somente ao cérebro físico, elas se espalham por todo nosso ser.

Então quem pensa ser um inútil, atrai situações que o colocam nessa posição, pois frequências similares se atraem.

E o pior é a repercussão disso em nosso psicológico. Imaginem alguém que busca um emprego tendo a ideia de que é um inútil, e por pensar assim se porta andando cabisbaixo, desanimado, fala para dentro e tem medo de expressar suas ideias e desagradar alguém.

Quem entrevistar essa pessoa perceberá tudo isso e dificilmente a terá como primeira opção para uma vaga. De modo geral, o entrevistador preferirá alguém mais animado, confiante, que acredita em si e na vida.

Os pensamentos negativos emanam e atraem formas pensamentos negativos. Se temos raiva no campo vibracional, ou seja, formas pensamento de raiva ao nosso redor, atraímos situações para exteriorizar essa raiva e além disso, modificamos nossa química corporal, mudando como nos sentimos e nos colocamos no mundo.

Podemos pensar a raiva como uma estação de rádio, pois como tudo é energia e onda, se sintonizamos na “estação raiva” ouviremos tudo o que estiver tocando nessa estação. Assim como em nosso dia a dia, se queremos escutar música clássica, colocamos em uma estação de música clássica.

Em ambos os casos estamos falando de frequências e toda frequência carrega informação, inclusive a do pensamento. Então, se visualizamos desgraça, essas imagens viram frequências energéticas que ficam flutuando em nosso campo e se conectam com outras frequências parecidas, atraindo essa situação para nossa vida e modificando nossa química corporal.

Por isso que pensamentos densos causam doenças, eles desorganizam a vibração atômica. Não é que vamos atrair a doença em si, mas essa baixa frequência energética modifica a vibração do átomo e manifestamos isso em doenças. Afinal, quando mudamos o átomo, mudamos a molécula, a célula, o tecido e o órgão.

Portanto, acredito que deveríamos ter muito cuidado e o maior treinamento possível na administração de nossos pensamentos. Porque o tempo todo emitimos frequências vibracionais a partir deles e o que retornará para nós é exatamente aquilo que mandamos.

Essa manifestação costuma ser lenta porque os pensamentos têm um poder de atração menor que os sentimentos. Então se pensamos que estamos doentes levará um tempo, provavelmente alguns anos, para atrairmos essa doença, porque o pensamento tem um poder magnético de baixa atração.

Essa característica não é à toa, pois a espiritualidade sabe que o ser humano não tem controle sobre aquilo que pensa. Nossa capacidade de atração do pensamento precisou ser muito reduzida para não nos matarmos instantaneamente.

Imaginem se cada vez que pensássemos que estamos doentes, ficássemos doentes imediatamente, não existiria mais ninguém na Terra. Portanto, essa restrição no poder de atração do pensamento é como uma válvula de segurança para nós mesmos.

E é por isso que não adianta ficar apenas mentalizando algo para atrair aquilo. Agora, no segundo nível, que é o sentir, conseguimos manifestar muito mais rápido. Se sentimos que estamos doentes, pode ter certeza que em questão de meses a doença aparecerá.

Há um estudo psicológico feito com um prisioneiro na década de 30, em que o médico deu um falso diagnóstico de uma doença terminal, junto com a certeza de que ele morreria em um mês. E mesmo estando saudável, esse homem realmente morreu um mês depois, com a doença que o médico havia “diagnosticado”.

O sentir possui uma capacidade de atração magnética muito maior do que o pensar e o nosso coração, que é o maior campo magnético existente no corpo humano, atrai o que sente. Então, se queremos algo, não basta visualizarmos, precisamos sentir e aí sim atrairemos o que desejamos.

O que são Dimensões?

O primeiro ponto para compreender dimensões é que tudo no Criador é infinito. Só que o conceito de infinito é muito amplo para nossa mente racional, não conseguimos nem conceber algo que não acaba.

Quando ouvimos que o universo é infinito, nosso cérebro, em vez de entender completamente o que isso significa, tem uma espécie de “bug”, uma falha. E assim a palavra infinito acaba entrando para a lista de palavras abstratas, pois racionalmente não compreendemos algo que não tem um fim.

Mas esse é o Criador e o que podemos dizer sobre Ele, no sentido de dimensões e da sua própria criação, é que ela é infinita. Ou seja, não existe um número determinado e limitado de dimensões, não existe a primeira ou a última dimensão, pois todas elas são frequências vibracionais.

Porém, para fins didáticos, precisamos numerá-las e ordená-las, pois sem isso nosso cérebro racional não entenderia o conceito. Numerar as dimensões é uma tentativa de oferecer um pouco de compreensão lógica para nossa mente e evitar que essa seja uma aula absolutamente abstrata.

Claro, as dimensões também podem ser compreendidas através do sentir, mas essa não é minha proposta aqui. Então, além de sabermos que as dimensões são infinitas, também devemos saber que Deus não está em uma única dimensão, pois cada uma delas cria uma realidade diferente e todas são parte do Criador.

Os indianos falam que o Criador sonha com a realidade, essa ideia também é vista no Hermetismo, na lei que diz que o universo é mental. De maneira simplificada, isso quer dizer que o Criador concebe Nele mesmo uma forma, uma pessoa, um universo, uma dimensão, uma realidade ou o que for.

Para entender melhor esse conceito podemos supor que exista uma dimensão em que Deus “sonha” com algo e imediatamente cria uma cópia disso. Essa cópia primordial nós chamamos de arquétipo. Os arquétipos são moldes do sonho do Criador e, portanto, estão mais próximos da intenção Dele.

O Criador sonha com o arquétipo e ele se manifesta em uma dimensão infinitamente superior à nossa. Aí ocorre um processo de copiar e colar, ou seja, os arquétipos vêm sendo copiados e colados nas infinitas dimensões “abaixo”, em dimensões que vibram em frequências cada vez mais lentas.

Em algum momento esse copia e cola de arquétipos chega na terceira dimensão. Então, na verdade, a terceira dimensão é uma cópia frequencial em baixa rotação de frequências muito mais elevadas. O que muda entre essas frequências é a vibração atômica.

Abro parênteses para dizer que estamos usando a nomenclatura átomo, frequência, vibração e etc, porque é até onde nosso conhecimento humano alcança. Em outras dimensões existem outras compreensões disso tudo, provavelmente muito mais avançadas que a nossa.

Como disse, esses conhecimentos são muito abstratos para a mente humana, portanto, precisamos ter uma capacidade de abstração desenvolvida para entendermos o que está sendo explicado aqui. Dito isso, podemos voltar para os arquétipos.

Os arquétipos são criados e vibram em uma frequência altíssima, o que significa que eles possuem uma imensa carga energética agregada a eles. E sabemos que quanto mais energia algo possui, mais consciência e capacidade de armazenar informação possui também.

Porém, ocorre um processo de redução de energia conforme esse arquétipo é copiado em dimensões cada vez mais lentas. Para entendermos isso vamos pensar em uma hidrelétrica. A hidrelétrica produz muita energia e se essa energia chegasse diretamente à lâmpada de nossa casa, a lâmpada queimaria.

Para que a lâmpada acenda, é necessário que a energia produzida pela hidrelétrica venha sendo reduzida até chegar nela. O mesmo processo ocorre com os arquétipos. A cada dimensão eles têm seu potencial energético reduzido, de modo a se adequar à capacidade daquela dimensão.

Quando essa redução energética do sonho do Criador chega à terceira dimensão temos a ideia de materialidade, porque já ocorreu uma redução muito grande até chegar aqui. E com a redução do potencial energético, também ocorre a redução da consciência.

A consciência nada mais é do que a capacidade de compreendermos o Criador. Por isso é tão difícil explicar as dimensões, de colocar tudo isso em palavras e expressar seu significado somente através da razão. Precisaríamos ter uma capacidade de assimilação de informações muito maior para compreender isso diretamente.

Também devido a essa redução da consciência temos a ilusão de estarmos separados de tudo, de que Deus está longe e de que o mundo espiritual fica em outro plano. Mas isso não é um problema, afinal a terceira dimensão foi concebida pelo Criador para ser assim.

A consciência é como uma fagulha que emerge de uma grande fogueira, que é o Criador, e desce todas as dimensões ao mesmo tempo, pois elas estão ligadas através dessa fagulha divina. Portanto, a consciência é como um canal que liga as dimensões e recebe informações de todas elas, transmitindo-as para o Criador.

Outra forma de resumirmos o que vimos até agora é dizer que Deus se desdobrou em tudo que existe e se conectou em corpos dimensionais que estão ligados a todas dimensões. Assim, Ele recebe uma quantidade astronômica de informação simultânea através dessas consciências individualizadas que são ligadas à Ele.

É sobre isso que estamos falando quando citamos a Divina Presença Eu Sou ou dizemos que temos um pedaço de Deus dentro de nós, é dessa consciência divina que está conectada em nosso corpo físico. Essa consciência é silenciosa, sabe que já tem tudo, que é tudo, não sente carência, não tem medo, fome ou frio.

Afinal, essa consciência é o Criador. Porém, para ter novas experiências na terceira dimensão ela precisa esquecer que é o Criador e se individualizar. Pois se todo mundo fosse, pensasse e sentisse como Tibério, o Criador só teria experiências de Tibério.

Então, Ele precisou criar infinitos personagens para ter a maior quantidade de experiências possíveis. Por isso, criou Tibério, Maria, mesa, cadeira, árvore, pássaro, jacaré, cachorro, pedra e cada criação dessa causa uma experiência diferente Nele.

As interações entre todos os personagens vão criando infinitas possibilidades e percebam que estamos falando apenas do planeta Terra na terceira dimensão. Lembram do copia e cola? A lua, por exemplo, existe na terceira dimensão, mas também existe na quarta, na quinta, na sexta dimensão e assim até o infinito.

Só que cada vez que copia e cola cria-se uma realidade diferente, com um personagem diferente. Então o Tibério que existe na terceira dimensão não é o mesmo Tibério que existe na quarta dimensão. Aliás, não é nem o mesmo nome.

Por isso que na quarta dimensão, quem pratica projeção astral sabe, as pessoas não tem um sexo e uma aparência definida, geralmente elas assumem a forma da última vida que tiveram encarnadas, mas poderiam assumir qualquer uma.

Essa ideia de forma, de que somos o rosto e o corpo que temos, existe apenas na terceira dimensão, porque os átomos estão vibrando de uma maneira tão lenta que as formas tornam-se fixas. Mas apenas uma dimensão “acima” a forma começa a ser fluída e podemos plasmar objetos através do pensamento.

Se imaginamos uma maçã, ela aparece na nossa frente. O mesmo com a aparência, se queremos parecer jovens, nos plasmamos em uma aparência jovem. Já na quinta dimensão a forma começa a desaparecer e passamos a existir apenas como consciências individualizadas.

E podem ocorrer as coisas mais malucas possíveis, por exemplo, posso estar como Tibério na terceira dimensão no planeta Terra e na quinta dimensão em Alfa Centauro, sendo outro ser, mas ao mesmo tempo. Porque não existe tempo e espaço.

Estudos recentes da física mostram que tempo e espaço são relativos e na verdade, isso é até onde conhecemos, a realidade do universo é muito mais profunda. O que sabemos é uma visão primitiva humana, não conseguimos nem imaginar o quão maluco o universo pode ser.

Não existe essa ideia de Alfa Centauro estar longe. Do ponto de vista dimensional, é totalmente possível estarmos aqui na terceira dimensão, na quinta dimensão em Alfa Centauro, ao mesmo tempo na nona dimensão como um Mestre Ascenso e na dimensão, sei lá, quinhentos, como um anjo.

Isso é possível porque não existe tempo e espaço e estamos falando apenas de frequências energéticas. Deus é uma grande massa de energia e dentro dessa massa existem infinitas vibrações, uma interagindo com a outra. E nessa interação, A tem um ponto de vista, B tem outro e quando eles interagem, criam o ponto de vista C.

Nesse ponto podemos nos questionar, se somos seres humanos com um potencial consciencial limitado e estando em um corpo de terceira dimensão nunca teremos a capacidade de processamento de dados de um corpo de quarta dimensão ou acima, o que estamos fazendo aqui?

A resposta é simples, estamos na terceira dimensão para viver as experiências da terceira dimensão, estamos no planeta Terra para viver as experiências do planeta Terra. E que experiências são essas? Sair com os amigos, viajar, abraçar nossos filhos, ver Netflix, trabalhar, usar os sentidos do corpo, comer uma fruta gostosa.

Não haveria lógica em o Criador criar a terceira dimensão com essas experiências e nos negarmos à vivê-las. Isso me lembra a animação da Disney “Soul”. Nela, Joe passa o filme inteiro atrás da missão de vida dele, mas descobre que a missão é simplesmente viver, sentar na calçada e comer uma pizza.

É muito mais simples do que imaginamos porque viemos para o planeta Terra justamente para amar, chorar, perder, ganhar e usufruir de todas interações que o planeta propicia. Estamos aqui para ver um pôr do sol com os olhos da terceira dimensão, porque na quarta dimensão o pôr do sol já não será o mesmo.

Viemos simplesmente viver, mas, na prática, é complicado o ser humano compreender isso, queremos encontrar grandes missões em tudo que fazemos. Quando um ator faz um teste para uma peça, não existe missão divina, ele apenas pode vivenciar a experiência de ser aquele personagem.

Essa ideia de simplesmente viver também vai contra o conceito de que viemos aqui para pagar algo. Não estamos aqui como punição, não devemos nada para ninguém porque o Criador não deve nada para ninguém. A Terra não é um local de sofrimento, é um local de experiências conscienciais.

A consciência Divina escolhe encarnar em situações diversas e para ela não existe essa noção de sofrimento, dor, alegria e tristeza que temos, existem apenas experiências sensoriais. A consciência é como uma criança que quer experimentar tudo.

Então em uma vida ela escolhe ser rica, na outra vida ela escolhe ser pobre, em uma vida mulher, em outra homem. A consciência quer experimentar ser o cachorrinho, a águia, a árvore, ela quer experimentar ser tudo. Porque não existe esse juízo de valor que temos no planeta Terra.

Para a consciência, ser um cachorrinho, um humano ou uma árvore, são oportunidades de captar sensações diferentes, apenas isso. Não tem diferença ser milionária ou ser pobre, as duas experiências vão trazer sensações, como personagens de teatro diferentes poderiam oferecer.

Aliás, o teatro é um presente dado pelos “deuses” como uma forma do homem compreender a vida. Ele acabou virando entretenimento, diversão, mas na Grécia o teatro era uma seita mágica, pois através dele podia-se compreender a realidade.

A ideia de representar um personagem no teatro está intimamente ligada com a ideia de que estamos representando um personagem aqui na terceira dimensão. E no teatro, o ator que interpreta o vilão é o vilão somente dentro daquele contexto. Uma vez que a peça acabe, ele continua sendo o ator, não é mais o vilão.

Por isso que a consciência não tem a mesma noção de sofrimento que nós, ela sabe que aqui é um teatro, um plano dimensional onde ela atua e busca ter experiências. Para isso a consciência entra em um ciclo de reencarnações e colhe o máximo de informações que ela puder dele.

Como o tempo do Criador é eterno, podemos ficar no planeta Terra por 1 milhão de anos reencarnando, isso não é nada perto da eternidade. Reitero que estamos conversando sobre conceitos que exigem um nível maior de abstração, mas que uma vez compreendidos mudam os valores e o sentido da realidade.

Nossa noção de sofrimento muda com essa concepção mais ampla. Podemos usar o exemplo de Atlântida e Lemúria, que milhões de anos atrás destruíram uma à outra. A maioria das pessoas que estavam lá estão aqui agora e nem lembram dessa experiência, o maior sofrimento que tivemos em Atlântida hoje é nada.

Mas nem precisamos ir tão longe, pois quem é um pouco mais velho sabe que a primeira desilusão amorosa dói muito, mas poucos anos se passam e a gente nem lembra mais dessa pessoa que julgávamos nem poder viver sem. Olhamos para trás e nos perguntamos: “Por que sofri tanto?”

A própria vida vai nos mostrando que os sofrimentos pelos quais passamos são apenas momentos. Pensem na pessoa mais velha da família, provavelmente quase todas as pessoas que ela conhece, da geração dela, já desencarnaram. Todas essas pessoas estavam no planeta Terra vivendo esse teatro e não estão mais aqui.

O que significa agora os sofrimentos que essa geração teve? Não significam nada, pois essa peça acabou e estamos vivendo outra. E todo sofrimento da nossa geração daqui a alguns anos também será nada. Percebam como a consciência tem outros padrões que não são os padrões humanos de compreender a realidade.

Nosso corpo da terceira dimensão limita essa compreensão, mas quando desencarnamos ou saímos do corpo em projeção astral, sentimos a expansão da consciência do corpo de quarta dimensão. Por isso que muitas pessoas acabam indo para o umbral quando desencarnam, pois a consciência do que fizeram as atingem.

O umbral não é punição divina, nem somos obrigados a permanecer lá. O que acontece é que quando desencarnamos ainda estamos ligados psicologicamente à terceira dimensão. Na quarta dimensão a consciência se expande e passamos a ter maior percepção da extensão dos erros que cometemos e é nessa hora que alguns entram em um processo de culpa.

Quando caímos na culpa passamos a plasmar imagens em torno dessa situação que nos aflinge, assim criamos uma realidade virtual e ficamos presos nela, a isso damos o nome de umbral. Os mentores buscam ajudar explicando que devemos nos liberar da culpa já que não tínhamos consciência suficiente para saber o que estávamos fazendo.

É como batermos em um cachorro porque ele fez xixi no sofá. O cachorro não tem o nível de compreensão necessário para saber o valor financeiro de um sofá e porque ele não deve fazer xixi ali. Conosco ocorre a mesma coisa, os mentores tentam nos fazer entender que simplesmente não sabíamos o valor do sofá.

Mas com frequência, uma vez que a pessoa tenha entrado nesse processo de culpa, fica muitos anos, às vezes cem, duzentos, trezentos anos, presa nessa realidade virtual de sofrimento que criou para si. Precisa ficar claro, quem julga é a própria pessoa, não é Deus.

Quando a pessoa recusa a ajuda dos mentores, é comum que se torne presa fácil para os negativos, afinal existe o positivo, mas também o negativo. Então eles se aproveitam dessa situação, pegam a pessoa por seu ponto fraco e tornam-a escrava. Essa situação se mantém até que a pessoa resolver se perdoar.

Quando ela compreende que não tinha capacidade consciencial para agir de outra forma e que agiu de acordo com o personagem que possuía, toda realidade psíquica de sofrimento se desfaz imediatamente. Se ela não se perdoa pode reencarnar ainda nesse processo de culpa, de tantas formas pensamento que criou em torno de si.

Os mentores tentam colocar a pessoa em um teatro bem diferente, em outro país, com outras pessoas, com outra profissão para ver se assim ela consegue largar as formas pensamentos dela, as crenças limitantes e os paradigmas em que se prendeu. Quando ela compreende tudo isso, finalmente se liberta da própria prisão.

O Corpo Físico

A dimensão do corpo físico é a dimensão em que os átomos estão vibrando de maneira específica e essa vibração permite a criação de moléculas. Quando as moléculas se juntam, criam toda matéria orgânica e inorgânica que conhecemos. Essa junção dos átomos que cria moléculas é uma característica da terceira dimensão.

Quando falamos do corpo físico, os átomos se juntam e formam as moléculas, as moléculas se juntam e formam as células, as células formam os tecidos, os tecidos formam órgãos e os órgãos formam o corpo físico como um todo. A consciência possui um mecanismo para se atrelar a esse corpo físico durante sua criação.

Não sabemos ainda como ocorre esse acoplamento entre a consciência e o corpo da terceira dimensão aqui no planeta Terra. Mas sabemos que essa conexão permanece até a morte do corpo físico. Depois ocorre uma desconexão e a consciência fica provisoriamente sem um aparelho na dimensão física.

Em algum momento, que varia individualmente, a consciência reencarna na terceira dimensão através de outro corpo físico. Geralmente, depois de diversas encarnações, a consciência percebe que o planeta Terra não é mais capaz de trazer as experiências sensoriais que ela precisa.

Quando isso ocorre, a consciência decide reencarnar em outro planeta na terceira dimensão que possa oferecer novas e necessárias experiências para ela. Isso é possível porque esse novo local será formado por uma outra civilização, com outros paradigmas, crenças e níveis de consciência.

Essas outras civilizações são o que chamamos de extraterrestres, mas precisa ficar claro que todos nós viemos de algum lugar e vamos para algum lugar, afinal a Terra não é o único planeta que existe na terceira dimensão. Então, quase com toda certeza, viemos de vários planetas e vamos para vários planetas depois.

Como disse, a Terra é só uma peça de teatro e quando cansamos dela, quando ela não oferece mais lições, simplesmente trocamos de peça. Pode ser que essa consciência perceba que o planeta Sírios tem uma civilização com um nível de expansão ideal para ela naquele momento e ela passe a reencarnar lá.

Depois de um tempo ela também precisará deixar Sírios e partir para um outro planeta de terceira dimensão. A consciência é livre para ir onde quer, pois não existe tempo e espaço. Lembrem, a consciência é Deus e ela só quer ter experiências.

Ainda sobre extraterrestres, podemos esclarecer que não há extraterrestres que são raças ultra avançadas. Na verdade, eles apenas estão em outro ponto social, possuem outra visão da realidade e estão em outro nível tecnológico.

Porque, por exemplo, se pegarmos a tecnologia que temos hoje e formos para um planeta que está com uma tecnologia inferior, esse planeta nos verá como anjos. Mas se pegarmos a tecnologia que temos hoje e formos para Sírios, eles nos verão como primitivos.

Então não é que eles são seres ultra evoluídos, apenas estão em outro teatro. E, como consciências, saímos de uma peça de teatro e entramos em outra, sucessivamente. E ficamos a eternidade brincando de ser esses diversos personagens que essas peças podem oferecer.

Um ponto importante sobre o corpo físico é que quando queremos tratá-lo precisamos fazer isso através da terceira dimensão. Pois, cada corpo dimensional exige um tipo de tratamento que está de acordo com a sua frequência vibracional.

Por exemplo, doenças virais devem ser tratadas e erradicadas com elementos físicos, como as vacinas. Não adianta fazer Reiki no vírus, isso não irá inativá-lo. Tomamos antibiótico para combater um grupo de bactérias que esteja na terceira dimensão causando desequilíbrio no corpo.

Então, por exemplo, fazer Reiki pode até ajudar a diminuir infecções, mas através de um mecanismo de aumento de energia que propiciará uma melhora no sistema imunológico da pessoa. Mas sem o antibiótico a bactéria não morre.

Repito, para tratar o corpo de terceira dimensão usamos elementos da terceira dimensão, pois estamos falando da mesma frequência vibracional. Lembrem-se desse simples exemplo: se cortamos o dedo, a primeira coisa que fazemos é colocar um curativo para estancar o sangue.

O Corpo Energético

Temos o corpo físico na terceira dimensão e exatamente na próxima dimensão, que é a dimensão energética, temos uma cópia exata desse corpo físico só que em energia, que chamamos de corpo energético. Isso ocorre por conta do processo de copia e cola que falamos anteriormente.

Esse corpo possui o nome “energético” porque, para as pessoas que conseguem vê-lo, ele é como uma lâmpada fluorescente, iluminado. Na verdade, ele só está em outra frequência vibracional, mais rápida que a frequência do corpo físico e por isso causa esse efeito.

Um ponto importante sobre o corpo energético é que ele é formado por chakras. E isso é algo que confunde muitas pessoas, porque os chakras não estão no corpo físico como elas imaginam. Lembrando que existem nomes diferentes para o corpo energético, o importante é compreendermos o conceito dele.

Os chakras recebem prana, chi, energia vital, energia do Criador, como quisermos chamar, porque tudo é uma grande massa de energia, não existe separação. Afinal, tudo é formado por átomos, inclusive o ar que nos envolve completamente nesse momento.

O corpo energético possui bilhões de chakras, dando a ele a aparecia de uma grande peneira. A mesma relação que temos de células no corpo físico, temos de chakras no corpo energético, de modo que podemos considerar o chakra a “célula” do corpo energético.

Portanto, não existem apenas sete chakras, somos chakra puro. E eles são como uma grande esponja, que pegam energia do prana e absorvem. A energia excedente os chakras mandam para fora, como uma constante respiração energética.

Os sete chakras principais se conectam no corpo físico através de algumas glândulas, todos os outros se conectam individualmente a cada célula do corpo humano e, como vimos, os chakras são capazes de receber e emanar energia constantemente.

Então, não é que os sete chakras absorvem a energia e ela vai para o corpo físico, o corpo físico está sempre recebendo e emanando energia através de ligações com os bilhões de chakras do corpo energético. Por isso, minha recomendação é irmos além de tratar apenas os chakras principais e tratarmos o ser integralmente.

Para esclarecer, os sete chakras principais são assim reconhecidos porque eles recebem uma quantidade maior de energia. E além da função de captar e distribuir energia, para algumas culturas, como os indianos, eles são portais dimensionais que podem ser acessados através de meditações específicas.

O Corpo Astral

O que podemos falar sobre o corpo astral? Quase nada. Por quê? Porque os conhecimentos que temos sobre o corpo físico, sobre sua formação, funcionamento e medicina, não servem para o corpo astral. No livro Nosso Lar, de André Luiz, psicografado por Chico Xavier, aparece essa temática.

André Luiz, após o desencarne, foi usar seus conhecimentos médicos na quarta dimensão e percebeu que eles em nada ajudavam com o corpo astral. Isso porque a medicina do corpo astral é voltada para fluxos e centros de energia, o que é bem diferente do que estamos acostumados com o corpo físico.

Então, assim como precisamos fazer medicina aqui na Terra para entender o corpo físico, precisamos fazer medicina no astral para compreender o corpo astral. Pois estamos falando de outro corpo, de outra organização atômica, de um corpo que não é formado por células, sangue e órgãos.

O que sabemos sobre o corpo astral é que ele é plástico, ou seja, através da intenção podemos dar a ele a forma que desejamos. Isso significa que podemos fingir ser outra pessoa? Sim. Inclusive os obsessores utilizam dessa prática constantemente.

Por exemplo, um obsessor pode fingir ser nossa vó que já partiu. Com saudades abraçamos ela e nesse momento o obsessor suga nosso prana, como um vampiro energético. Então acordamos achando que sonhamos com nossa vó, mas nos sentimos drenados e sem energia.

Quando estamos em projeção astral, ainda estamos muito ligados ao corpo físico e por isso acreditamos muito na forma, afinal ela é fixa para nós. Porém, quem já está no astral não se confunde e sabe quem é quem, pois por não estarem mais tão apegados a forma, realmente veem a pessoa que se apresenta.

Portanto, quem desencarnou e está a um tempo no astral, bate o olho e sabe quem é essa pessoa, como ela é, o nível de conhecimento e expansão que ela tem e a frequência vibracional dela. Como eles sabem disso? Não dá para explicar, eles apenas sabem.

Por isso, mesmo com a plasticidade do corpo astral, não é possível fugir de quem se é na quarta dimensão. Porém, os negativos aproveitam dessa característica com os encarnados porque nós temos dificuldade em desapegar da forma e ver a realidade.

Não conseguimos ler a energia e a consciência das pessoas, assim eles nos enganam com facilidade. Às vezes tomam formas monstruosas para nos assustar, pois o medo baixa nossa frequência energética e ficando na mesma frequência que eles, damos acesso e permitimos que roubem nossa energia.

Eles fazem isso pois não compreendem que a energia é de graça, então se precisamos dela podemos apenas respirar conscientemente e absorvê-la do Todo. É de graça, abundante e está disponível para todos, mas eles não compreendem isso e não aceitam se conectar com o Criador.

Eles acreditam que a energia é individual, uma posse e que portanto, pode ser roubada. Apesar de estarem na quarta dimensão, esses seres negativos também estão muito presos a forma. Pois bastaria se conectar com o Criador para que a energia viesse direto da Fonte, assim como aprendemos no Reiki.

Outro aspecto importante, principalmente para quem atua com terapias holísticas, é que conseguimos tratar apenas o corpo físico e o corpo energético. As terapias que temos hoje não funcionam nos outros corpos dimensionais.

Então, por exemplo, podemos tratar larvas astrais, chips e implantes, porque eles ficam no corpo energético. Aproveito para trazer uma pequena explicação sobre as larvas astrais e os chips para que esse tópico ganhe mais clareza.

As larvas astrais são seres que ficam no chakras do corpo energético se alimentando de energia densa. Quanto mais energia densa acumulamos, mais as larvas se proliferam, ao ponto de interromperem o fluxo de energia entre o corpo físico e o corpo energético.

Quando o fluxo é diminuído ou interrompido os problemas no corpo físico começam a surgir, pois as células recebem menos energia para desempenharem suas funções fisiológicas. Como disse, com Reiki, cristal, cromo ou outra terapia energética é possível queimar essas larvas do corpo energético.

Os chips ou implantes etéricos são uma tecnologia da quarta dimensão usada tanto por seres da Luz como por seres das trevas. Obviamente, os seres de Luz utilizam com a intenção de ajudar e os negativos com a intenção de prejudicar.

De modo geral, os chips têm a função de ampliar, incitar ou desenvolver um hábito ou característica que já temos, tanto para o positivo quanto para o negativo. O chip não cria nada dentro de nós, então se temos uma tendência à violência, os negativos podem implantar um chip que apenas exacerba isso.

Mas se não temos tendência à violência, a implantação de um chip desses não causará nada. Por isso que a reforma íntima é um dos melhores modos de desarmarmos os chips. Se não temos ciúmes, um chip de ciúmes não funcionará, se não temos vícios, um chip para vícios não funcionará.

Os negativos implantam os chips por uma questão de frequência vibratória, afinal eles estão vibrando baixo e só conseguem ter acesso a nós se estivermos na mesma frequência. Se estivermos vibrando alto o acesso deles a nós é zero, não importa o que façam.

Por isso eles fazem de tudo para que a humanidade vibre baixo nas frequências do medo, do ódio, da raiva, da inveja, do rancor e de todos esses sentimentos de baixa vibração. Desse modo, eles têm acesso a nós e à nossa energia.

Como disse, por estarem no corpo energético os chips podem ser retirados por algumas das nossas terapias, mas friso que existem poucos médiuns com essa capacidade. Isso porque os chips são tecnologia ultra avançada da quarta dimensão e a maioria de nós não tem o conhecimento de como lidar com eles.

Além disso, retirar o chip sem a reforma íntima não traz uma solução duradoura, pois eles podem tranquilamente ser reimplantados. Falando sobre o lado luz, os chips são utilizados pelos mestres para ampliar nossa capacidade em algo que já gostamos e que pode ser benéfico para várias pessoas.

Por exemplo, o Tibério gosta de filosofia e metafísica, os mestres podem decidir colocar um chip para ampliar a conexão dele com esses conhecimentos e para melhorar a comunicação com os mentores. Os chips também podem ser usados como um aporte extra de energia para algum órgão debilitado.

Importante, a decisão de colocar chips ou não é somente dos mentores, só eles sabem porque põe e com qual finalidade, não adianta ficarmos pedindo chips para os nossos interesses pessoais. Precisamos confiar que por ter um nível de consciência superior eles conseguem decidir com mais precisão que nós.

Para concluir e voltando ao corpo astral, o que podemos falar sobre ele? Muito pouco. Quando desencarnarmos, e se tivermos interesse nessa área, podemos estudar sobre o corpo astral, sermos médicos no astral e ajudarmos nos hospitais de lá. Assim compreenderemos o que por enquanto está além de nossa compreensão.

Corpos Mental Inferior e Mental Superior

Após a dimensão astral temos uma dimensão que se chama mental inferior. Nessa dimensão está armazenado o ego e é nela que se processa tudo o que esse ego é, seus desejos, mágoas, rancor, poder. Tudo sobre o ego é registrado nesse corpo energético chamado mental inferior.

Percebam, como o mental inferior é uma dimensão depois da astral, na dimensão astral continuamos com o ego, ou seja, nos percebemos como seres individuais, como Tibério, Maria e João. Lembrando que ego não quer dizer forma, pois não sou Tibério porque estou nesse corpo físico.

Afinal, quando tinha 7 anos eu tinha outra aparência, com 20 anos tinha outra e com 30 outras, mas em todas eu era o Tibério. Então não importa qual forma adotamos no plano astral, continua existindo o ego.

Esse ego da dimensão mental inferior é uma individualização básica, porque existem outros níveis de ego. Mas para essa realidade que compreendemos, mental inferior, astral, corpo energético e corpo físico, o ego que fica no mental inferior é o que precisamos saber.

O mental inferior além de armazenar o ego, processa tudo o que vivemos na vida. Ele é diretamente ligado ao nosso cérebro físico, as nossas lembranças, memórias, traumas, paradigmas, medos, tudo isso está no mental inferior como se fossem grandes frequências energéticas.

Por exemplo, se abrirmos a HD de um computador, não vemos nada além de um circuito. Mas como não vemos nada se sabemos que nossas fotos e vídeos estão ali? Não vemos porque elas estão armazenadas em códigos, que no caso do computador é um código binário, uma sequência de zeros e uns.

A dimensão mental inferior é como se fosse a HD de um computador e armazena todas as informações de forma codificada. Não sei qual é o sistema de codificação do corpo mental inferior, se é binário ou não, mas sei que são códigos.

Então se, por exemplo, fizermos uma projeção para o mental inferior, não vamos entender o que estamos vendo. Provavelmente veremos formas pensamento, tipo, maçã, pera, uva, guerra, morte, história do planeta Terra, história futura e etc. Inclusive, isso é o que muitas pessoas chamam de Biblioteca Akáshica.

A Biblioteca Akáshica é esse banco de armazenamento no mental inferior em que a história da humanidade, a história de todas as pessoas, passado, presente e futuro estão codificados e armazenados. Por isso que é possível acessar e “prever” o futuro através da dimensão mental inferior.

Já o mental superior é a dimensão em que há uma expansão da consciência, possibilitando que essa consciência consiga compreender o que é Deus. O ego dela começa a ficar menos importante.

No mental superior temos uma conexão direta com o Divino. Então se precisamos de uma ideia para um novo projeto, podemos buscar lá. Sabe quando queremos inventar algo, seja uma ideia, um produto ou um serviço e pensamos e pensamos e o projeto não anda?

O que está acontecendo é que estamos acessando somente o mental inferior para buscar informações e talvez só os arquivos do planeta Terra não sejam suficientes para desenvolver essa ideia. Mas quando acessamos o mental superior a informação que precisamos de repente surge na nossa cabeça.

Porque no mental superior tudo já existe, está lá tudo que existiu e existirá. Então, qualquer solução para qualquer problema, ideia, estudo ou conhecimento estão no mental superior e em uma frequência consciencial muito alta.

Conscientemente, raramente conseguirmos ir para o mental superior. Se fizermos uma projeção mental superior não vamos entender absolutamente nada dessa experiência. E quando voltarmos para o corpo físico, provavelmente esqueceremos tudo ou restará apenas uma grande confusão mental.

Isso porque não temos o nível de consciência necessário para compreender o mental superior. O máximo que conseguimos compreender é uma linha intermediária entre mental inferior e mental superior. E mesmo assim voltamos e não conseguimos explicar com palavras.

Porque o mental superior tem uma carga de energia absurdamente grande. É como colocar um programa feito para rodar em um ultra computador em uma calculadora, que no caso é o nosso cérebro. O cérebro não compreende essa carga energética, ele simplesmente apaga, pois não tem como processar essas informações.

Porém, podemos nos conectar de outra forma se precisamos de inspiração para algo. A meditação é uma grande aliada porque quando silenciamos a mente física estamos indo para o mental inferior e quando silenciamos o mental inferior, nos deslocamos para o mental superior.

Por isso que é mais fácil encontrar soluções para os problemas em silêncio do que pensando e é muito comum depois do processo de meditação que novas ideias e uma visão mais clara das situações brotem do nada. Quando isso ocorre é porque houve uma conexão com o mental superior e a meditação facilita esse processo.

Quando a ideia vem, o cérebro capta as frequências, as traduz e coloca na forma de imagens, palavras mentais ou no que chamamos de intuição. A intuição é a nossa conexão com informações vindas de outra dimensão. Só que essa conexão não podemos explicar em palavras, afinal ela surge através do silêncio.

Copyright do texto © 2021 Tibério Z

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ISBN: 978-65-00-32437-2

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