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O que é ser terapeuta holístico

Vamos refletir juntos sobre a questão do que é ser um terapeuta holístico? Já sabemos que o terapeuta holístico cuida da energia e que o corpo físico, a mente e o espírito são energias, então essas são possíveis esferas de atuação dele.

E diferentemente de um psicólogo que trata apenas a mente ou um médico, que trata apenas o corpo, o terapeuta holístico precisa ter uma visão holística do cliente.

Mas o principal diferencial do terapeuta holístico é que ele vai atuar também no corpo energético.

Pois temos o corpo físico, mas também temos o corpo energético, que ainda pode ser chamado de corpo etérico ou períspirito e é uma cópia exata do corpo físico em uma dimensão mais sutil.

O que diferencia uma dimensão da outra é a vibração atômica, então aqui na terceira dimensão o átomo está vibrando de modo mais amplo e lento.

Se saltarmos uma dimensão acima, o átomo vibra mais rápido, se pularmos mais uma dimensão, mais rápido ainda e assim por diante, em todas as dimensões até o infinito.

curso de corpos dimensionais

Então temos o nosso corpo na terceira dimensão que vibra mais lento e o corpo energético, que ainda não é a quarta dimensão e sim uma dimensão intermediária entre a astral e a física, chamada dimensão energética, em que o átomo vibra mais rápido. É nessa dimensão que existe essa cópia exata do nosso corpo físico.

O terapeuta holístico vai trabalhar nesse fluxo de energia do corpo energético, pois equilibrá-lo é também equilibrar o corpo físico, visto que estão intimamente ligados.

Praticamente todas as técnicas de terapias holísticas vão trabalhar o corpo energético, por exemplo, quando aplicamos Reiki em alguém, estamos tratando principalmente o corpo energético da pessoa.

Porque lembra o que já comentamos, o corpo físico tratamos com ferramentas físicas, uma boa alimentação, exercícios físicos, qualidade do sono etc. O corpo energético tratamos com energia, seja cromoterapia, acupuntura, florais, cristais ou outro.

Porém, pode ser um desafio tratar algo que a maioria das pessoas não sabe que existe, que não vemos e na maioria dos casos, não sentimos.

Por isso, o primeiro passo para o terapeuta holístico é estudar e entender o corpo energético, saber que é nele que estão os chakras, os canais de acupuntura e que é nesse corpo que a troca de energia com o corpo físico ocorre.

Além disso, buscar exercícios para desenvolver a percepção dele e do chi, pois é no corpo energético que eles estão plenamente desenvolvidos.

Também é nele que entidades extrafísicas, tanto positivas quanto negativas, atuam nas pessoas, então tudo basicamente se desenrola no corpo energético que depois reflete no corpo físico.

Se a pessoa tem um problema no corpo físico, grandes chances de ele ter começado no corpo energético, e tudo influencia esse corpo, os pensamentos, os sentimentos ou mesmo o que ocorre no físico.

Uma segunda esfera de tratamento holístico, seria ir além de tratar unicamente o corpo energético com as terapias, mas também tratar a mente do cliente.

Muita gente trabalha somente com a primeira esfera, mas o que facilmente pode ocorrer é ter resultados limitados, pois ficamos apenas remediando o que está em desequilíbrio no campo da pessoa e isso pode não ser o suficiente.

Uma coisa é ser um aplicador de Reiki, dar cargas energéticas para que haja um equilíbrio inicial e parar por aí, outra é desenvolver um tratamento mais profundo, adentrando na mente do cliente.

Nesse caso, recomendo se especializar em psicoterapia, para entender quais são as travas, os medos, os arquétipos, e aí retrabalhar todas essas questões para equalizar a mente.

Resumindo, então, como terapeuta holístico podemos atuar apenas na esfera dos corpos, físico e energético ou podemos ampliar a percepção de atendimento e tratar também a mente da pessoa.

Indo mais fundo, para tratamentos muito efetivos e transformadores, podemos tratar também o espiritual.

Vamos falar sobre como conseguir tratar o espiritual mais a frente, mas basicamente é ajudar a pessoa a se conectar com divino dela.

Oferecer ferramentas e percepções para que o ego dê espaço para a presença divina Eu Sou, essa fagulha de Deus que deve atuar na vida da pessoa. Sem isso, vamos ver que muitas vezes o sucesso do tratamento será limitado.

Quero enfatizar que quando atuamos apenas nos corpos, sem um trabalho de base mais profundo, o que pode acontecer é que a pessoa retorna semana após semana porque se sente melhor com a carga energética oferecida, mas não faz ações responsáveis rumo às mudanças que sejam necessárias.

Digo com conhecimento de causa, trabalhei muito tempo em centros de Umbanda e Espíritas, atuava como passista, mas percebi que a maioria das pessoas usavam o passe como muleta, não usavam essa ajuda para se auto melhorar.

Nada contra, mas na minha opinião não é útil ficar apenas recarregando a pessoa se ela não tem a intenção de mudar seus pensamentos e de cultivar melhores hábitos.

Só vamos ajudar realmente o cliente quando dermos essa carga de energia no corpo energético, mas paralelamente tratar a mente e o espírito. Pois ele precisa entender que é responsável por suas ações, pelo que ocorre em sua vida e que só ele pode realizar as mudanças que devem ser feitas.

Nossa função é mostrar ao cliente as infinitas possibilidades, mostrar que ele vê apenas um ponto de vista dentro de milhares e somente aberto a todos pode realmente escolher qual é o melhor para si.

É fundamental fazê-lo sair da zona de conforto e da estagnação energética, fazer a mente trabalhar e aguçar a curiosidade para que comece sozinho a buscar o próprio caminho e cura.

Quem é o Cliente?

Conversamos anteriormente sobre a cura e sobre o terapeuta holístico, vamos agora falar sobre o cliente?

Vou começar trazendo nossa atenção para dois pontos com relação a usar a palavra paciente. Não é que ela seja proibida, mas requer atenção, primeiro porque paciente é um termo médico e, por isso, terapeutas holísticos não médicos podem vir a ter problemas jurídicos ao usá-lo.

Dito isso, vamos ao segundo ponto que é o que realmente importa para nós agora, a palavra paciente é carregada do estigma da doença.

Por isso, quando alguém chega para ser atendido por nós terapeutas holísticos, temos que ter muito claro na mente que não devemos ligar essa pessoa a problemas, porque se ligarmos o paciente à doença, acabamos por colapsar a onda da doença, em vez da onda da saúde.

Por isso, buscar substituir paciente por cliente pode ser uma forma de burlar essa ideia automática, até termos certeza de apenas colapsar saúde.

Além disso, ir trabalhando que o cliente não tem problema algum, que é saudável e feliz em essência, uma fagulha Divina, o que acontece é que agora precisa tirar camadas e ver outros pontos de vista até chegar à plenitude de si.

E essa é a nossa função como terapeutas holísticos, mostrar outros pontos de vista, apenas isso. Porque vejo muito terapeuta holístico com a síndrome do santo, que vê o cliente como alguém doente, deprimido e que precisa ser salvo. Esse tipo de terapeuta holístico quer salvar a humanidade, mas logo vai descobrir que isso não é possível.

E como mostrar outros pontos de vista? Vamos supor, alguém acostumado há anos com uma frequência baixa como a do medo. A partir do momento que fazemos um Reiki, uma cristaloterapia, elevamos a frequência dele e ele vai sentir sensações que não sentia há muito tempo, isso porque mudamos a rádio dele e assim mostramos outras possibilidades frequências.

A sensação de estar em uma frequência de medo e ir para uma frequência de paz, deixa uma impressão, o sentimento de paz ressoa dentro da pessoa.

Então ela poderá continuar buscando essa paz ou retornar para a frequência do medo. Quando persiste no medo, geralmente é por não querer fazer as mudanças que trocar e manter a nova frequência exige.

curso de frequência vibracional

Porém, como terapeutas holísticos vamos ter feito nosso trabalho, é como dizer olha, existe a paz, é possível sentir paz.

Mas buscar e permanecer na paz é uma escolha pessoal, nós apenas canalizamos um pouco da energia universal para que a pessoa consiga experienciar outras frequências, ver outras possibilidades e ter um parâmetro de comparação entre as sensações da paz e de medo, para realmente escolher.

Pode ser que isso seja o suficiente e a pessoa passe a buscar a paz, pode ser que ela apenas retorne para o medo ou pode ser que ela fique dependente do terapeuta holístico para sentir paz.

Obviamente não é a situação ideal, mas não é de todo sem função, porque por repetição uma hora ela percebe que só fica bem quando sai do terapeuta holístico e que sozinha logo entra na frequência do medo novamente.

Quando essa percepção ocorre a pessoa fica mais perto de se perguntar o que ela está fazendo para não conseguir manter a vibração alta e, portanto, o que ela precisa mudar.

Percebam como esse trabalho é muito mais de mostrar para o cliente caminhos possíveis para ele próprio se curar, do que ativamente curarmos alguém.

Também é possível mostrar outros pontos de vista em uma perspectiva mental. Vou falar mais para frente de paradigmas, medos e o que pode ser trabalhado a nível mental.

Mas para já irmos entendendo como isso funciona, pense que às vezes o cliente se limita por um paradigma que tenha. Por exemplo, a pessoa acredita que não consegue encontrar um parceiro(a).

Percebam como isso vai contra tudo que estamos falamos, porque a partir do momento que o cliente acredita que não consegue encontrar alguém, ele colapsa essa onda, ela está afirmando isso para o Universo, logo, não consegue ninguém mesmo.

É aí que como terapeuta holístico entramos, ajudar a pessoa a ver outros pontos de vista e descolapsar essa onda.

Porém, esse é um trabalho mais longo e delicado, porque para descolapsar a onda o cliente precisa realmente sentir que pode encontrar um parceiro legal.

E isso pode exigir muita conversa, entrar no mundo da pessoa, entender o que a fez chegar à conclusão que não era boa o bastante, criar uma relação de confiança para que ela vá se abrindo e talvez isso não ocorra em uma ou duas sessões.

A confiança pode demorar para vir, mas precisamos que o cliente se sinta à vontade para compartilhar, pois assim vamos entendendo quais são os medos, os paradigmas e as travas que ele tem.

E então, sutilmente, não impondo, mas sutilmente vamos retrabalhando isso na mente da pessoa.

Esse trabalho mental também pode ser feito com a ajuda de alguma ferramenta, podem ser meditações guiadas, mentalizações, Neurolinguística, ho’oponopono, existem várias que podem contribuir positivamente nesse processo.

Pode ser que na primeira sessão nada aconteça, que o cliente não sinta emoção nesse trabalho mental, então repetimos de outra forma até que ele sinta.

Chega um momento em que vai entender que criou aquele paradigma e não vai mais se sentir emocionalmente ligado a ele e vai se abrir a essa nova sensação de ser capaz de estar em um relacionamento feliz. Então, enfim descolapsa a onda da incapacidade e colapsa a onda de que é capaz de ser feliz no amor.

Esse processo pode levar anos, mas também pode demorar um dia, isso depende.

Às vezes a pessoa em um dia tem o clique que faltava, ela percebe quase instantaneamente o que a estava bloqueando, não se apega ao tempo que passou, não fica tentando encontrar culpados, simplesmente segue em frente com sua nova percepção e desse modo tudo flui.

Mas nem sempre ocorre assim, pode demorar ou pode nunca ocorrer nessa encarnação. O que não devemos, como terapeutas holísticos, é querer salvar as pessoas à força.

Primeiro, só ajudamos aqueles que querem ser ajudados, segundo, nossa ajuda é no sentido de mostrar pontos de vistas, tanto energéticos, quanto mentais ou até mesmos espirituais. Mas depende só de o cliente escolher qual vai acreditar e seguir, jamais devemos impor algo porque acreditamos ser o melhor.

Mostrar as possibilidades já é uma grande função, porque às vezes a pessoa está tão fechada no mundo dela, que não consegue enxergar nada além. E não fique frustrado se o cliente não melhorar como você espera, porque só ele pode fazer as mudanças internas necessárias.

Nossa função é apenas girar o cubo e mostrar novos pontos de vista para aqueles que o Universo determinar.

Bibliografia recomendada:
Copyright do texto © 2021 Tibério Z

Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste artigo pode ser reproduzida ou usada de qualquer forma ou por qualquer meio, eletrônico ou mecânico, inclusive fotocópias, gravações ou sistema de armazenamento em banco de dados, sem permissão por escrito, exceto nos casos de trechos curtos citados em resenhas críticas ou artigos de revistas.

ISBN nº 978-65-00-23711-5

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